Vídeo mostra PM e marido deixando filha na escola no horário em que ela alegou estar amarrada após morte de policial
Vídeo: PM e marido deixando filha na escola no horário em que ela alegou estar amarrada.
Um vídeo de câmera de segurança (veja acima), obtido pela TV Verdes Mares, mostra a policial militar Júlia Natália Girão Gomes e o marido dela, Antoneudo Ribeiro Lima Júnior, deixando a filha na escola na manhã da terça-feira (11).
O casal está preso suspeito de participar da morte do soldado Raphael Sampaio da Silva, encontrado carbonizado dentro de um carro em Itaitinga, na região metropolitana de Fortaleza, horas antes, naquele mesmo dia.
Uma imagem de outra câmera de segurança já tinha mostrado que a policial militar estava na oficina do marido, também no período em que ela estaria amarrada.
Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp O g1 teve acesso ao processo do caso, onde consta a versão dada por Júlia Natália sobre o que ocorreu na madrugada e manhã da terça-feira.
Ela e o soldado morto eram colegas de batalhão.
A policial disse que, após encerrar o expediente, na madrugada, ela pegou uma carona com o soldado.
Ao chegarem no local do crime, a PM alega que os dois foram abordados por pessoas (que ela não lembra quantas).
Ela disse ter sido retirada do carro do colega, amarrada e colocada em um porta-malas.
A policial foi encontrada, na manhã da terça-feira, com as mãos amarradas por uma corda em uma localidade do município de Aquiraz, após sair de um matagal que fica próximo ao local onde o soldado foi encontrado morto.
Porém, o vídeo na escola da filha do casal contradiz a versão da policial.
No depoimento, ela foi questionada em qual momento tirou a farda e trocou de roupa.
Ela respondeu que não recorda.
Júlia Natália ainda foi perguntada sobre em que momento foi amarrada, mas disse que só falaria na presença do advogado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.