Brasil e Itália restringem decisões de inteligência artificial no Judiciário
Especialistas do Brasil e da Itália reuniram-se no Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (1).
O foco foi o debate sobre a imposição de regras que limitem a inteligência artificial a funções de apoio aos juízes , visando preservar o raciocínio jurídico e a independência jurisdicional contra o risco de que análises estatísticas automatizadas gerem um conformismo decisório nos tribunais.
De maneira geral, os projetos italianos concentram a tecnologia em atividades de triagem, como: Classificação de documentos; Organização de processos internos; Identificação de gargalos operacionais; Análise estatística de precedentes históricos.
Outro ponto importante é que não existem experimentos ativos na Itália em que a máquina decida a controvérsia judicial ou defina previamente qual parte sairá vencedora.
No caso, o sistema analisa decisões passadas nas áreas de Direito do Trabalho e Direito Empresarial para mapear a orientação predominante do tribunal, fornecendo dados estatísticos que elevam a previsibilidade das partes sem emitir sentenças automaticamente.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tudocelular.com — o conteúdo pertence a TudoCelular.