Jatinho de luxo usado por Flávio rumo aos EUA tem poltrona que vira cama
O jatinho particular Gulfstream G400 usado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) e três familiares na viagem aos Estados Unidos nesta quarta-feira, 28, é um avião executivo de luxo com capacidade para transportar até 12 passageiros, além de dois pilotos e tripulação.
Identificada pelo código LV-JQW, a aeronave pertence à empresa Baires Fly, segundo informações do site de monitoramento aéreo FlightAware.
Entre as características do modelo estão as poltronas largas e estofadas, que podem ser convertidas em camas, e uma cabine com espaço para que os passageiros fiquem em pé.
O jatinho tem preço estimado entre US$ 7 milhões (R$ 37,3 milhões) e US$ 9 milhões (R$ 48,1 milhões), segundo a empresa especializada The Jet Collection.
Características do jatinhoSegundo as especificações da fabricante Gulfstream, a aeronave apresenta as seguintes características:Velocidade máxima: cerca de 1.100 km/h (Mach 0,9);Velocidade de cruzeiro: aproximadamente 1.040 km/h (Mach 0,85);Autonomia: cerca de 7.700 km em velocidade de cruzeiro;Altitude máxima de operação: aproximadamente 15,5 km;Comprimento da aeronave: 26,3 metros;Envergadura: 26,3 metros;Comprimento da cabine: cerca de 11,13 metros;Largura da cabine: 2,31 metros;Altura da cabine: 1,88 metro.Confira fotos: 1 de 4 | Foto: Divulgação/Baires Fly 2 de 4 | Foto: Ane Catarine 3 de 4 Jatinho usado por Flávio Bolsonaro | Foto: Divulgação/Baires Fly 4 de 4 | Foto: Divulgação/Baires Fly Leia Também: POLÍTICA Rota de Flávio Bolsonaro aos EUA é monitorada por mais de 20 mil pessoas LEVI VASCONCELOS Flávio fugiu? Botou mais lenha na fogueira, agora com Trump no fogo OPERAÇÃO STF nega buscas da PF em endereços ligados a Flávio Bolsonaro Flávio viajou para os Estados UnidosFlávio Bolsonaro embarcou para os Estados Unidos na manhã desta quarta-feira, 28, após passar pela Argentina e Uruguai.
A previsão é que ele pouse com a família no aeroporto Opa-locka Executive, em Miami, por volta das 10h40.
A saída do senador ocorreu após uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que ele entregasse os passaportes à Polícia Federal (PF).O prazo para cumprimento da ordem terminou sem que os documentos fossem apresentados.A medida de Moraes foi adotada no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o empresário Willer Tomaz.
O caso envolve empresas de apostas e plataformas de pagamento.
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