GameCube, o forte anti-piratas e anti-licenças da Nintendo
Fato: o GameCube não foi o console mais popular da Nintendo .
Ele amargou na lanterna da 6.ª geração e vendeu apenas 21,74 milhões de unidades, contra 24 milhões do Xbox original e assustadores 160 milhões do PS2, com a Sony frequentemente achando novas unidades atrás do sofá , para mantê-lo no topo dos mais vendidos de todos os tempos. .Os 10 melhores jogos de GameCube Nintendo Famicom, o "projeto paralelo" que mudou a história Parte da culpa foi atribuída à sua mídia óptica proprietária, o famigerado Game Disc , que foi uma forma de lidar com dois problemas: enquanto ele obviamente dificultava as coisas para os piratas, ao mesmo tempo a Nintendo não tinha que se preocupar com licenças do consórcio que controlava o DVD padrão, que ela não teve que pagar e, consequentemente, resultou em redução de custos.
Decisão pelo exclusivo Game Disc poupou a Nintendo de pagar taxas e dificultou o trabalho dos piratas, mas teve consequências (Crédito: Martin Iturbide/Wikimedia Commons) GameCube: sem piratas, sem DVD, sem público? Até a quinta geração, a Nintendo se agarrou como pôde aos cartuchos sobre as mídias emergentes ópticas, como os CDs do PlayStation original e do Saturn, e o também proprietário GD-ROM do Dreamcast, um CD que tinha 1 GB de espaço em vez de 650 a 780 MB como o tradicional, mas como a mídia em si era do mesmo tipo, o console de 128 bits da Sega aceitava discos comuns piratas após ser desbloqueado.
A lógica era bem simples: cartuchos eram mais caros de piratear e, em muitos casos, não compensava.
Enquanto a prática era comum com o NES, já nos 16 bits havia bem menos gente disposta a investir pesado em fazer o mesmo com o Super NES, e o Nintendo 64, então, nem se fala.
No entanto, os benefícios do DVD, que seria a mídia base do PS2, superavam em muito as desvantagens dos cartuchos, em praticidade e espaço de armazenamento.
Levando isso em conta, a Nintendo decidiu pelo caminho do meio e introduziu uma mídia proprietária em parceria com a Panasonic, o Game Disc.
O formato usado como base foi o miniDVD, introduzido em 1997 e usado principalmente em câmeras de vídeo portáteis, mas codificado de forma que nenhum leitor que não seu proprio console ou o Panasonic Q , que sairia um mês após o lançamento do GameCube no Japão, em outubro de 2001, pudesse lê-lo.
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