Técnico do CRB, Fábio Matias detalha construção da carreira e liderança de processos no futebol
Fábio Matias explica ajustes no CRB para buscar um lugar no G-6 Técnico do CRB, Fábio Matias chegou ao clube desconhecido por boa parte dos torcedores regatianos.
Por nunca ter trabalhado no Nordeste, o nome de Fábio foi surpresa para muita gente.
Natural de Santa Bárbara d'Oeste, interior de São Paulo, Fábio tentou ser jogador de futebol e atuou como goleiro.
Mas a trajetória foi curta.
Sem sucesso dentro de campo, ele não largou o esporte.
Em entrevista ao ge, no CT Ninho do Galo, Matias detalhou como a carreira foi construída até chegar à função de técnico profissional. — O Fábio Matias construiu uma carreira, e eu falo que minha carreira foi sempre solidificada passo a passo.
Eu tentei jogar futebol, parei muito novo, tentei ser goleiro, então eu parti do pressuposto que não fui um grande jogador de futebol.
Tentei, não consegui, mas precisei estar no meio do futebol para começar uma carreira.
E fiz todo o processo de base, joguei, ...
Quando iniciei, inicio como preparador de goleiros, passo mais cinco anos como preparador físico, em 2008, começo minha carreira como treinador, quando tinha 27 para 28 anos.
Fábio Matias disse que foi goleiro quando era jogador de futebol Denison Roma/Ge Porém, antes de ser treinador profissional, houve um passo a passo pelas categorias de base. — Passei por sub-15, sub-17, clubes grandes, depois mais sete anos em clubes de G-10 a nível nacional, fiz processo de transição...
Em algumas vezes, nesses clubes grandes, fui técnico interino, tive oportunidade de trabalhar, às vezes, em competições regionais como Gaúchão, Carioca e a gente acabou fazendo todo um processo de construção de carreira - contou, e continuou: — E a partir disso, em 2023, 2024, realmente, a gente se sentiu apto a fazer essa transição.
A gente teve muitos convites anteriormente para trabalhar no profissional, mas ainda não enxergava o momento e a hora para se fazer isso.
Fábio Matias disse que foi preciso superar insucessos para ganhar a maturidade suficiente até chegar ao CRB. — E a partir de lá, a gente começa a construir uma carreira, construir alguns trabalhos, trabalhos que dão certo e que não dão certo, e esse entendimento de não dar certo acaba sendo importante para que se tenha hoje o Fábio que se tem no CRB.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.