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Mãe e padrasto são indiciados por causar morte cerebral de bebê com lesões, fraturas e hematomas

G1 ·
Mãe e padrasto são indiciados por causar morte cerebral de bebê com lesões, fraturas e hematomas

Micael morreu em Araçatuba (SP) Arquivo pessoal A mãe e o padrasto do bebê de dois meses foram indiciados nesta quinta-feira (29) por causar a morte cerebral da criança, que havia sido internada com lesões no crânio, fraturas e hematomas pelo corpo em Araçatuba, no interior de São Paulo.

Segundo a polícia, documentos médicos, depoimentos e elementos periciais apontaram indícios de violência doméstica contra Micael Davi Costa de Silva.

O menino teve traumatismo cranioencefálico grave, hemorragia intracraniana, fratura craniana e múltiplas lesões. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp A delegada responsável pela investigação, Joseth Garcia Erustes, apontou que os ferimentos não condiziam com a versão apresentada inicialmente pelos suspeitos, segundo a qual o bebê teria sofrido uma "queda do berço".

O óbito de Micael foi confirmado pela família à reportagem da TV TEM no dia 22 de outubro, após os médicos da Santa Casa de Araçatuba, onde o paciente estava internado, constatarem a morte cerebral.

Sepultamento de bebê de dois anos ocorre após confirmação de morte cerebral em Araçatuba Conforme relatado no inquérito policial, a mãe Gabrielle Carolina da Costa, de 27 anos, e o padrasto Gabriel Suntaque de Almeida, de 26 anos, poderão responder por homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel, recurso que impossibilitou a defesa da vítima e por ter sido praticado contra menor de 14 anos com causa de aumento de pena relacionada à condição de mãe e de padrasto, além de tortura-castigo e fraude processual, já que havia indícios de uma possível alteração do local dos fatos.

O g1 tenta contato com os indiciados.

Agora, o inquérito policial será encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.

Santa Casa de Araçatuba (SP) TV TEM / Felipe Nunes - Arquivo Como a suspeita começou No dia 19 de outubro, o menino foi levado pela mãe no início da manhã ao pronto-socorro com um ferimento na cabeça.

Em seguida, a mulher deixou o local.

Os profissionais de saúde que atenderam a criança notaram que havia indícios de que as lesões teriam sido causadas por agressão.

À polícia, a mulher disse que havia saído de casa e deixado o filho com o padrasto.

Quando retornou, foi informada de que a criança tinha caído e se lesionado.

O laudo parcial elaborado pelos médicos apontou que as lesões não eram compatíveis com a queda.

O casal foi preso preventivamente no dia 20 de outubro.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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