Nova pesquisa sobre o segundo turno revela boa vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula
Um novo levantamento sobre a corrida presidencial, divulgado pelo instituto Gerp nesta terça-feira, 13, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) bem à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) .
Segundo a pesquisa, o presidenciável do PL tem 53% das intenções de voto contra 44% do petista, uma vantagem de nove pontos percentuais, que está fora da margem de erro (de dois pontos percentuais para mais ou para menos) e que constitui uma “diferença significativa”, na avaliação do instituto.
Outros 3% dos eleitores não souberam responder.
A sondagem foi feita por telefone, com entrevistas pessoais, por meio de 2.
400 entrevistas, nos dias 8, 9 e 12 de outubro.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) sob o nº BR-07877/2026.
Na sondagem espontânea , em que os nomes dos candidatos não são apresentados, a vantagem de Flávio é até maior: ele tem 50% das intenções de voto contra 40% do adversário – outros 7% disseram que não sabem e 3% deram outras respostas.
Continua após a publicidade Em votos válidos (sem contar os brancos e nulos), Flávio tem 55% contra 45% de Lula.
Entre os eleitores que apontaram Flávio como candidato, 94% afirmaram que estão com os votos definidos e apenas 6% disseram que ainda podem mudar até 25 de outubro, data do segundo turno.
Com Lula, o percentual de definição é o mesmo, mas 5% declararam que podem mudar o voto e 1% não souberam responder.
Continua após a publicidade Outra má notícia para Lula é que 59% dos eleitores, independentemente de em qual candidato votam, acham que Flávio Bolsonaro irá vencer a eleição.
Outros 33% acreditam em vitória do petista e 6% não souberam responder.
Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral Continua após a publicidade Trabalho de Lula rejeitado Parte da vantagem de Flávio provavelmente vem da avaliação negativa do trabalho feito por Lula neste seu terceiro mandato.
De acordo com o Gerp, 49% desaprovam a atual gestão contra 45% que a aprovam e 6% que disseram não saber ou não quiseram avaliar.
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