terça-feira, 13 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Carro com sete jovens bate em caçamba e deixa dois em estado gravíssimo no PR› USDA mantém estimativas de produção para a soja e o milho no Brasil em 2025/26› Nova expedição chega a ilha no Pacífico para desvendar mistério de Amelia Earhart› Apucarana oferta 618 vagas de trabalho para esta terça-feira (13)› PoderData/AYA: Flávio tem 51% dos votos válidos, e Lula, 49%; diferença cai de 6 para 2 pontos› Merz, da Alemanha, diz que priorizará reforma da previdência em detrimento da popularidade› Mercado reduz previsão de Selic ao final do ano para 13,25% e eleva projeção de inflação no Focus› Economistas elevam previsão da inflação e reduzem a da Selic neste ano, mas não preveem mudanças em 2027› TSE manda Flávio Bolsonaro apagar vídeo falso sobre ato na Paulista› Hungria aprova primeira lei que revoga medidas anti-LGBT da era Orbán› Carro com sete jovens bate em caçamba e deixa dois em estado gravíssimo no PR› USDA mantém estimativas de produção para a soja e o milho no Brasil em 2025/26› Nova expedição chega a ilha no Pacífico para desvendar mistério de Amelia Earhart› Apucarana oferta 618 vagas de trabalho para esta terça-feira (13)› PoderData/AYA: Flávio tem 51% dos votos válidos, e Lula, 49%; diferença cai de 6 para 2 pontos› Merz, da Alemanha, diz que priorizará reforma da previdência em detrimento da popularidade› Mercado reduz previsão de Selic ao final do ano para 13,25% e eleva projeção de inflação no Focus› Economistas elevam previsão da inflação e reduzem a da Selic neste ano, mas não preveem mudanças em 2027› TSE manda Flávio Bolsonaro apagar vídeo falso sobre ato na Paulista› Hungria aprova primeira lei que revoga medidas anti-LGBT da era Orbán
Últimas

Greta Thunberg se junta a protestos estudantis na França: ‘Nosso futuro está sendo roubado’

Veja ·
Greta Thunberg se junta a protestos estudantis na França: ‘Nosso futuro está sendo roubado’

A ativista sueca Greta Thunberg engrossou os protestos de estudantes franceses nesta terça-feira, 13, ao visitar Paris em mais um dia de demonstrações em todo o território nacional.

Há mais de três semanas, alunos inundaram as ruas e bloquearam escolas contra a escassez crônica de professores, turmas superlotadas e problemas estruturais graves nos colégios, um movimento que rapidamente ganhou reforços de professores, sindicatos, universitários, agricultores — e só faz crescer.

“Os jovens não estão sendo incluídos na conversa”, declarou Greta em frente ao liceu Paul Éluard, no subúrbio parisiense de Saint-Denis, fechado pelos alunos.

“Nosso futuro está sendo roubado de nós e, como vimos aqui, as escolas não estão recebendo os investimentos de que precisam”, completou, enquanto advogados de toga formavam uma corrente humana para proteger os jovens após múltiplas denúncias de violência policial.

A sueca ganhou fama ainda criança, quando liderou o movimento Fridays For Future (FFF) , em que estudantes ao redor do mundo deixaram de ir às aulas às sextas-feiras para protestar e exigir que lideranças políticas adotassem medidas urgentes contra as mudanças climáticas.

Agora aos 23 anos, Greta se juntou ao movimento estudantil que demanda investimentos públicos urgentes na educação, pressionando o governo do presidente Emmanuel Macron, que tenta cortar gastos para reduzir o preocupante déficit da França.

Movimento Fridays for Future, de Greta Thumberg, leva milhares às ruas de Glasgow Getty/Getty Images Continua após a publicidade Na semana passada, manifestações levaram mais de 260 mil pessoas às ruas na terça-feira e outras 75 mil na quinta-feira.

A previsão é que cenas semelhantes se repitam nesta terça, 13, em várias grandes cidades francesas, incluindo a capital.

Além de 200 das 3.700 escolas do país terem fechado, de Paris a Marselha, 90% das universidades aderiram ao protesto.

“Eles não estão nos ouvindo, então nós vamos até eles”, publicou nas redes sociais o sindicato estudantil universitário UE.

Continua após a publicidade Governo encurralado Havia expectativa entre autoridades francesas de que o movimento arrefecesse durante as duas semanas de recesso escolar que começam no último final de semana.

O ministro da Educação, Édouard Geffray, anunciou que mobilizaria 3 mil professores substitutos em escolas onde a escassez de funcionários é mais crítica, em vitória para os estudantes.

No entanto, não foi suficiente.

Na segunda-feira 12, o presidente Macron pediu moderação, afirmando que as principais demandas estudantis são questões que “exigem tempo, consultas, discussão e respeito” para serem solucionadas.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Este assunto em outros veículos

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›