STF tem segurança maior que julgamento do golpe para sessão sobre Moraes
O STF (Supremo Tribunal Federal) reforçou o esquema de segurança para a sessão inédita desta terça-feira (15) que deve debater o relatório sobre as mensagens de Daniel Vorcaro a Alexandre de Moraes.
A estrutura preparada superou aquela montada para o julgamento dos réus da trama golpista de 2022, que culminou na condenação de Jair Bolsonaro (PL).
Não será possível entrar no plenário da corte com celulares ou computadores, por exemplo.
Pelo prédio, circulam, além dos agentes do tribunal, policiais militares, incluindo do Bope (Batalhão de Operações Especiais) e do BPCães (Batalhão de Policiamento com Cães), e com uso de drones, detectores de metais e vias próximas fechadas.
Saiba as últimas notícias de Curitiba e Paraná: entre na comunidade do Bem Paraná CONVIDADOS CHEGAM PARA SESSÃO Convidados para sessão começam a chegar, entre eles a procuradora federal Manuellita Hermes, o advogado Renato Ramalho, o procurador da República Danilo Dias e a ex-secretária de comunicação do STF Mariângela Hamu e o jurista Manoel Caetano.
Presidente do STF, Edson Fachin já chegou para a sessão, acompanhado da esposa, Rosana Fachin.
STF LIBERA JORNALISTAS, MAS RESTRINGE CELULAR E COMPUTADOR O STF (Supremo Tribunal Federal) recuou da decisão de barrar totalmente a imprensa do plenário nesta terça-feira (15) e definiu, por sorteio entre os veículos credenciados na corte, 30 vagas para acompanhar de perto a sessão que discute a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.
A Folha está entre os veículos sorteados e enviará um repórter ao plenário.
A mudança veio depois que a orientação inicial, de presença apenas na área externa reservada pelo tribunal, provocou críticas de entidades do setor.
Mesmo com o espaço liberado, há restrições: nenhum aparelho eletrônico, incluindo celulares e laptops, poderá entrar no plenário.
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