Relembre a 'química' entre Lula e Trump na Assembleia Geral da ONU em 2025 e como ela desandou desde então
ONU divulga foto de Trump assistindo a discurso de Lula na Assembleia Geral de 2025 Reprodução Os presidentes do Brasil e dos EUA, Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, podem reeditar nesta terça-feira (21) um encontro na Assembleia Geral da ONU, em Nova York.
O episódio foi um ponto de virada na relação entre os dois chefes de Estado, que passaram a dialogar e até tiveram um encontro presencial, que resultou na retirada de tarifas e sanções ao Brasil.
A relação voltou a desandar nos últimos meses, contudo. (Leia mais abaixo) Como manda a tradição da Assembleia Geral da ONU, o presidente brasileiro será o primeiro chefe de Estado a discursar no plenário, seguido pelo americano.
Em 2025, no primeiro ano do segundo mandato presidencial de Donald Trump, a sede da ONU foi palco do primeiro encontro presencial de Lula com o republicano.
Naquele momento, o governo brasileiro tentava uma saída diplomática para o primeiro tarifaço aplicado por Trump ao país.
Também se discutia a aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, sob a acusação de o ministro do STF ter agido politicamente na condenação de Jair Bolsonaro.
Apesar de fora da agenda de ambos, o acontecimento mereceu menção de Trump no púlpito da Assembleia e resultou em um encontro posterior.
Trump chegou a dizer que teve uma "química excelente" com Lula.
Relembre: Trump diz que abraçou Lula e que tiveram ótima química "Eu estava entrando (no plenário da ONU), e o líder do Brasil estava saindo.
Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos.
Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem", disse Trump.
"Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos." E Trump seguiu com os elogios ao presidente brasileiro.
"Ele parece um cara muito legal, ele gosta de mim e eu gostei dele.
E eu só faço negócio com gente de quem eu gosto.
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