O dilema das inovações em saúde
Quando os números apareceram no telão do congresso da Sociedade Americana de Oncologia, em 2026, a plateia de especialistas fez o que raramente faz: levantou-se para aplaudir.
O motivo era um inimigo conhecido e duro de derrotar.
O câncer de pâncreas acabava de recuar diante de um novo remédio.
O daraxonrasib dobrou o tempo de vida em pacientes com doença avançada que já haviam falhado a outros tratamentos.
Em uma área marcada por décadas de avanços pequenos, ganhar meses de vida é ganhar muito.
Havia, de fato, o que comemorar.
Leia mais (08/26/2026 - 22h00)
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