Corinthians avança com a Caixa e pode ter agência no estádio
O Corinthians avançou nas negociações com a Caixa Econômica Federal para um acordo envolvendo os naming rights da Neo Química Arena. As conversas tiveram novos capítulos em duas reuniões realizadas entre as partes na terça-feira (13) e nesta quarta-feira (14).
A coluna apurou que uma das novidades em discussão é a possibilidade de instalação de uma grande agência da Caixa dentro da Neo Química Arena. A estrutura seria voltada ao atendimento do público da Zona Leste de São Paulo, região onde está localizado o estádio.
A proposta em discussão prevê que a Caixa assuma os direitos de nome do estádio alvinegro. O prazo do contrato ainda não está definido, mas a possibilidade de um acordo por dez anos está em pauta.
A operação permitiria ao Corinthians quitar a dívida do financiamento da arena com o banco estatal, estimada em cerca de R$ 640 milhões. O formato definitivo do negócio, porém, ainda depende do avanço das tratativas e da formalização dos termos entre as partes.
Além dos naming rights, Corinthians e Caixa negociam uma parceria financeira mais ampla. A ideia é concentrar no banco estatal as operações financeiras do clube, incluindo a folha de pagamento, as receitas e a arrecadação da arena, além de outros negócios realizados pelo Corinthians.
As conversas avançaram nos últimos encontros, e o acordo é tratado como uma possibilidade concreta pelas partes envolvidas. Apesar do otimismo em torno das negociações, ainda não há definição oficial sobre o prazo do contrato e nem confirmação de que todos os pontos da parceria serão fechados nos moldes discutidos.
O Corinthians avançou nas negociações com a Caixa Econômica Federal para um acordo envolvendo os naming rights da Neo Química Arena. As conversas tiveram novos capítulos em duas reuniões realizadas entre as partes na terça-feira (13) e nesta quarta-feira (14).
A coluna apurou que uma das novidades em discussão é a possibilidade de instalação de uma grande agência da Caixa dentro da Neo Química Arena. A estrutura seria voltada ao atendimento do público da Zona Leste de São Paulo, região onde está localizado o estádio.
A proposta em discussão prevê que a Caixa assuma os direitos de nome do estádio alvinegro. O prazo do contrato ainda não está definido, mas a possibilidade de um acordo por dez anos está em pauta.
A operação permitiria ao Corinthians quitar a dívida do financiamento da arena com o banco estatal, estimada em cerca de R$ 640 milhões. O formato definitivo do negócio, porém, ainda depende do avanço das tratativas e da formalização dos termos entre as partes.
Além dos naming rights, Corinthians e Caixa negociam uma parceria financeira mais ampla. A ideia é concentrar no banco estatal as operações financeiras do clube, incluindo a folha de pagamento, as receitas e a arrecadação da arena, além de outros negócios realizados pelo Corinthians.
As conversas avançaram nos últimos encontros, e o acordo é tratado como uma possibilidade concreta pelas partes envolvidas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Esporte.