Mesa em “L” e dois monitores: por que o modelo ganhou espaço no home office
A mesa improvisada na cozinha, que se tornou comum nos primeiros meses do trabalho remoto, deu lugar a estações de trabalho cada vez mais planejadas.
Entre as configurações que ganharam espaço nos home offices está a combinação de mesa em “L” e dois monitores, que amplia a superfície disponível.
O formato aproveita os cantos, geralmente menos utilizados, e cria duas superfícies de trabalho posicionadas em ângulo.
Na prática, isso permite organizar dois monitores, separar o computador dos documentos, deixar uma área dedicada só aos equipamentos ou até dividir o espaço entre trabalho e lazer.
E há uma novidade nessa configuração: além de ampliar a bancada, alguns modelos de mesa em “L” também permitem regular a altura.
O desafio de fazer uma mesa em “L” subir e descer A combinação entre o formato em “L” e a regulagem elétrica de altura traz um desafio de engenharia maior do que o de uma mesa reta.
Em uma estrutura convencional, o mecanismo já precisa garantir estabilidade durante o movimento.
Em uma mesa em “L”, a superfície é maior e o peso fica distribuído de maneira diferente.
Por isso, alguns modelos utilizam três colunas de elevação, que precisam trabalhar de maneira sincronizada para movimentar o tampo sem desalinhar ou torcer a estrutura.
A sincronização dos motores é especialmente importante.
Se as colunas não se movimentarem no mesmo ritmo, podem surgir trancos, ruídos e até desgaste prematuro dos componentes.
Os modelos mais recentes da categoria apresentam recursos desenvolvidos para lidar com essas exigências.
Entre eles estão faixas de regulagem que podem variar de 62 a 128 centímetros, capacidade de carga de até 150 quilos e sensores anticolisão.
O sensor anticolisão identifica obstáculos durante o movimento e interrompe automaticamente o deslocamento da mesa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Santa Catarina.