Câmara aprova carteira para facilitar acesso aos direitos de pessoas com câncer na capital
A iniciativa considera as dificuldades enfrentadas por pessoas em tratamento contra o câncer, que precisam comprovar a condição de saúde em diferentes serviços e órgãos A Câmara Municipal de Boa Vista aprovou por unanimidade dos vereadores presentes, nesta quarta-feira (21), um projeto de lei que cria a Carteira de Identificação da Pessoa com Câncer na capital.
A proposta, apresentada pela vereadora Pra.
Carla Messias (PP), prevê a emissão gratuita do documento para facilitar a comprovação do diagnóstico em órgãos e serviços públicos municipais.
O projeto foi apresentado em regime de urgência e tem como objetivo reduzir a necessidade de apresentação repetida de laudos, exames e outros documentos médicos para comprovar a condição de saúde.
A medida busca simplificar o acesso a serviços e programas públicos e contribuir para um atendimento mais humanizado.
Para solicitar a carteira, será necessário apresentar um documento que comprove o diagnóstico de neoplasia maligna, como laudo médico ou relatório clínico emitido por profissional habilitado.
O pedido também poderá ser feito por representante legal ou procurador.
Conforme o texto aprovado, o documento poderá ser disponibilizado em formato físico ou digital, de acordo com a regulamentação do Poder Executivo municipal.
A proposta também prevê a proteção dos dados pessoais e sensíveis dos usuários, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
A carteira, entretanto, não substituirá laudos, atestados ou outros documentos exigidos pela legislação para a concessão de benefícios específicos.
O documento também não garantirá automaticamente prioridade em atendimentos, isenções ou outros direitos que dependam do cumprimento de requisitos legais.
A iniciativa considera as dificuldades enfrentadas por pessoas em tratamento contra o câncer, que precisam comprovar a condição de saúde em diferentes serviços e órgãos.
A repetição dessas exigências pode aumentar o desgaste físico e emocional durante o tratamento.
A implementação da medida dependerá dos procedimentos de regulamentação pelo Executivo municipal.
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