TSE recebe 5 mil denúncias de irregularidades eleitorais nos 10 primeiros dias de campanha
Fachada do prédio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luiz Roberto/Secom/tse Nos dez primeiros dias da campanha eleitoral de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 5 mil denúncias de possíveis irregularidades cometidas por candidatos e partidos, segundo dados atualizados até as 17h de quarta-feira (26).
As denúncias foram recebidas por meio do aplicativo Pardal.
A plataforma da Justiça Eleitoral está disponível desde 16 de agosto, dia em que começou oficialmente a campanha e a propaganda eleitoral.
Até agora, o cargo de deputado estadual foi o maior alvo, com 1.943 denúncias.
Em seguida, aparecem os deputados federais, com 1.641 incidentes, e os partidos/coligação/federação, com 618.
Os cargos com menos denúncias são presidente (77) e vice-governador (3).
Deputado Estadual é o cargo sobre o qual o TSE recebeu mais denúncias de irregularidade Arte g1 A maioria dos episódios relatados são de ocorrências em vias públicas.
Jonatas Moreth, advogado especialista em direito público e eleitoral, explica que o termo refere-se a irregularidades vistas por pessoas na rua.
“A principal questão é você não poder afixar material de campanha em locais de uso comum, salvo as bandeiras no decorrer das vias”, declarou ao g1.
Agora no g1 Para o especialista, a prevalência deste tipo de denúncia mostra que há uma interpretação equivocada da norma.
A proibição de afixar material de campanha em vias públicas, como ruas, praças, rodovias, parques e feiras, não quer dizer que a campanha está proibida.
Atividades como entrega de panfleto ou pequenos comícios estão liberadas.
Além disso, Moreth aponta para uma “área cinzenta” no uso de wind banners, que são bandeiras de tecido verticais impressas e fixadas em uma haste flexível de fibra de vidro ou alumínio.
Fica preso a uma base giratória no chão.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.