sexta-feira, 14 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Arandu Investimentos reverte prejuízo e lucra R$ 12,0 milhões no primeiro semestre de 2026 Assuruá 4 e 5 reduz prejuízo a R$ 5,7 milhões no segundo trimestre, queda de 51% EPR Triângulo lucra R$ 12,8 milhões no segundo trimestre, queda de 43,0% Cosan tem prejuízo de R$ 320 milhões no 2º trimestre com baixa contábil EPR Sul de Minas lucra R$ 13,9 milhões no segundo trimestre, alta de 21,0% Prejuízo da Oncoclínicas quadruplica e chega a R$ 275,3 milhões Azevedo & Travassos lucra R$ 1,3 milhão no segundo trimestre EPR Paraná lucra R$ 30,0 milhões no segundo trimestre Comerc Energia registra prejuízo líquido ajustado de R$ 108,8 milhões no segundo trimestre Hélio Valgas Solar registra prejuízo líquido de R$ 22,5 milhões no segundo trimestre de 2026 Arandu Investimentos reverte prejuízo e lucra R$ 12,0 milhões no primeiro semestre de 2026 Assuruá 4 e 5 reduz prejuízo a R$ 5,7 milhões no segundo trimestre, queda de 51% EPR Triângulo lucra R$ 12,8 milhões no segundo trimestre, queda de 43,0% Cosan tem prejuízo de R$ 320 milhões no 2º trimestre com baixa contábil EPR Sul de Minas lucra R$ 13,9 milhões no segundo trimestre, alta de 21,0% Prejuízo da Oncoclínicas quadruplica e chega a R$ 275,3 milhões Azevedo & Travassos lucra R$ 1,3 milhão no segundo trimestre EPR Paraná lucra R$ 30,0 milhões no segundo trimestre Comerc Energia registra prejuízo líquido ajustado de R$ 108,8 milhões no segundo trimestre Hélio Valgas Solar registra prejuízo líquido de R$ 22,5 milhões no segundo trimestre de 2026
Economia

Vibra lucra R$ 2,29 bilhões entre abril e junho, alta de 365,1%

UOL Economia ·
Vibra lucra R$ 2,29 bilhões entre abril e junho, alta de 365,1%

A Vibra Energia, distribuidora de combustíveis com rede de postos, vendas B2B e negócios de energia renovável, lucrou R$ 2,29 bilhões no segundo trimestre, alta de 365,1% em um ano, informou a companhia em seu balanço. Este resultado exclui eventos extraordinários do trimestre.

Ebitda ajustado, indicador que mede a geração de caixa, somou R$ 4,5 bilhões, alta de 205,6% em um ano. A receita líquida ajustada chegou a R$ 57,43 bilhões, crescimento de 25,5% na mesma comparação.

O fluxo de caixa operacional alcançou R$ 3,77 bilhões, alta de 366,7% em um ano. A companhia informou consumo de R$ 354 milhões de capital de giro, associado ao descasamento no recebimento de cerca de R$ 600 milhões em contas a receber.

A dívida líquida terminou o trimestre em R$ 16,06 bilhões, queda de 13,7% ante o primeiro trimestre. A alavancagem, relação entre a dívida e a geração de caixa, caiu para 1,3 vez, ante 2,0 vezes no trimestre anterior.

O Capex consolidado foi de R$ 348 milhões, recuo de 21,1% em um ano. A companhia disse que direcionou recursos do trimestre para amortizar dívidas e ampliar a rede embandeirada.

O retorno sobre o capital investido (ROIC) da Vibra Distribuição atingiu 27,1%, aumento de 13,0 pontos percentuais em um ano. A companhia atribuiu a variação ao aumento do NOPAT dos últimos 12 meses, de R$ 3,4 bilhões para R$ 6,7 bilhões, e à gestão do capital investido.

O volume total comercializado chegou a 9.053 mil m³, alta de 3,8% em um ano, segundo a companhia. A rede de postos vendeu 5.800 mil m³, alta de 6,1%, enquanto as vendas B2B somaram 3.253 mil m³, queda de 0,2%.

Nas operações de renováveis e Comerc, o Ebitda ajustado caiu 16,1%, para R$ 188 milhões. A companhia atribuiu o recuo ao desempenho da comercializadora, à menor geração solar e eólica e ao corte na geração (curtailment) de 27,9% nas usinas solares centralizadas.

No primeiro semestre, a Vibra lucrou R$ 3,97 bilhões, alta de 165,3% em um ano. A receita líquida ajustada somou R$ 105,68 bilhões, o Ebitda ajustado atingiu R$ 7,70 bilhões e o Capex foi de R$ 676 milhões.

A administração afirmou que o conflito no Oriente Médio afetou o mercado global de combustíveis, com preços internacionais elevados e maior volatilidade no Brasil. A companhia citou menor disponibilidade de produtos em um país que importa combustíveis.

Ao encerrar a mensagem da administração, Ernesto Pousada comentou o abastecimento da rede de postos e dos clientes B2B. "A Vibra inicia o segundo semestre ainda mais forte. Para nossa rede e clientes B2B, garantimos o suprimento em um contexto desafiador, reforçando nossa posição como parceiro de longo prazo e distribuidora de referência", afirmou o CEO.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Ler a notícia completa no UOL Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.

Mais de UOL Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›