Gabriela Loran sobre espaço para trans: ‘Tem quem encare como guerra, e não é’
Gabriela Loran , 33 anos, conheceu de vez a fama ao interpretar Viviane em Três Graças , quando quebrou tabus na teledramaturgia nacional por vivenciar um par romântico pelo qual o público torceu no horário nobre da TV Globo.
Agora se prepara para viver uma política na nova temporada de Arcanjo Renegado , da Globoplay, inspirada em Mariele Franco .
Ela também vai protagonizar Amor à la Carte , o primeiro filme do streaming com uma atriz trans num papel cis.
Convidada do programa semanal da coluna GENTE (disponível no canal VEJA+ no Youtube , no streaming da TV Samsung Plus, LG, TCL e Roku),ela fala sobre a forma como encara a quebra de paradigmas na sociedade como uma mulher trans. (Agora a coluna GENTE também está no Instagram.
Siga o perfil @veja.gente ) “Não se trata de uma guerra entre pessoas cis e pessoas trans.
Tem pessoas que encaram como uma guerra, e não é guerra.
Sempre fui a pessoa que sempre falei: “Olha, se você tem qualquer dúvida sobre qualquer pessoa que conheço, se você tem qualquer dúvida sobre o universo LGBT, me pergunta, eu sou a pessoa para você errar, para você não errar com outras pessoas.
Sou a pessoa muito do diálogo, da escuta, de querer entender, de apresentar outros caminhos.
Não sou dona da verdade, também estou aprendendo todos os dias, mas nesse universo, tenho propriedade.
Porque tem uma coisa que nada no mundo supera… Você pode ir para Harvard estudar pessoas trans.
Você pode ir para qualquer, pode ter o diploma que for.
Mas nada, nada, nada supera a vivência.
A vivência de uma pessoa, o lugar de fala de uma pessoa”.
Captação de imagens e edição: Libário Nogueira / Sobre o programa semanal da coluna GENTE.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.