Ginástica artística: como a pressão e as lesões podem afetar a saúde mental
A ginástica artística exige precisão, força, coordenação e concentração para a execução de movimentos de alta dificuldade.
Em competições, porém, o atleta não precisa cuidar apenas do corpo.
A pressão por resultados, o medo de errar e as consequências de uma lesão também podem afetar a saúde mental.
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Um estudo brasileiro publicado em 2026 colocou essa questão em evidência ao avaliar 21 atletas da seleção brasileira de ginástica artística.
Os participantes responderam questionários de triagem para sintomas de ansiedade e depressão, além de fornecer informações sobre rotina de treinamento e ocorrência de lesões.
Na avaliação dos sintomas de depressão, os homens apresentaram média de 6,1 pontos no PHQ-9, enquanto as mulheres tiveram média de 2,8.
A diferença foi estatisticamente significativa.
Para ansiedade, as médias foram de 5,8 pontos entre os homens e 2,9 entre as mulheres, mas a diferença não atingiu significância estatística no estudo.
Os números não permitem concluir que a ginástica artística cause depressão ou ansiedade.
A pesquisa foi observacional e transversal, com uma amostra pequena.
O principal recado é outro: a saúde mental precisa fazer parte do cuidado com o atleta .
A pressão faz parte do esporte, mas não deve ser ignorada Sentir ansiedade antes de uma competição não significa necessariamente que exista um problema de saúde mental.
É normal que uma apresentação importante provoque nervosismo, preocupação e aumento da tensão.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.olimpiadatododia.com.br — o conteúdo pertence a Olimpíada Todo Dia.