A aliança do 1º grande narcotraficante com o último nazista
Pablo Escobar o chamava de “Don Roberto”.
Esse é um dos protagonistas desta história.
Quase vinte anos mais velho, e de uma das famílias mais prósperas da Bolívia, Roberto Suárez foi o mestre do narcotraficante colombiano mais famoso.
Em troca, Suárez o apelidou de “pelicano”, burlando-se de sua papada.
Todas as histórias tem um começo.
Está é a primeira de todas as histórias de grandes narcotraficantes que foi contada.
A história do maior narco, mas do mais desconhecido.
A do homem que liderou o negócio da cocaína na época em que esta conquistava o mundo e Escobar fundava seu cartel.
Esta história é a gênese de tudo que chegou depois.
Klaus Barbie, o nazista conhecido como carniceiro de Lyon.
Durante anos, depois da Segunda Guerra Mundial, dezenas de altos comandantes do nazismo fugiram da Alemanha para evitar a perseguição judicial pelos crimes atrozes que haviam cometido.
Muitos deles vieram para a América do Sul, através da conhecida “rota dos ratos”.
Se assentaram especialmente na Argentina e viveram muito bem o resto de suas vidas protegidos pelos regimes militares que prosperaram na região com o beneplácito dos Estados Unidos.
Corria os anos do “Plano Condor”, a perseguição sem fronteira dos esquerdistas e Klaus Barbie, o nazista carniceiro de Lyon, na França, foi um dos perseguidores de opositores dos regimes militares.
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