terça-feira, 20 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› As contribuições da Astronomia para a formação de Calendários› Desmistificando a radioatividade› UFMG lança chamada pública para projetos em mobilidade veicular inteligente› MIT desenvolve ferramenta baseada em IA para testar modelos de negócios› Plataforma rastreia sinais corporais para investigar origens dos transtornos mentais› Investimento da FAPESP em pesquisa cresce 30% em 2025› Três em cada dez municípios brasileiros não têm plano de contingência contra desastres climáticos› iFood compra empresa de benefícios Caju e dobra presença no setor de vales-alimentação› China critica EUA por proibição do modelo de IA DeepSeek em agências› Anatel manda teles bloquearem ligações abusivas a partir de 12 de novembro› As contribuições da Astronomia para a formação de Calendários› Desmistificando a radioatividade› UFMG lança chamada pública para projetos em mobilidade veicular inteligente› MIT desenvolve ferramenta baseada em IA para testar modelos de negócios› Plataforma rastreia sinais corporais para investigar origens dos transtornos mentais› Investimento da FAPESP em pesquisa cresce 30% em 2025› Três em cada dez municípios brasileiros não têm plano de contingência contra desastres climáticos› iFood compra empresa de benefícios Caju e dobra presença no setor de vales-alimentação› China critica EUA por proibição do modelo de IA DeepSeek em agências› Anatel manda teles bloquearem ligações abusivas a partir de 12 de novembro
Ciência

Labradora recebe prêmio de Animal do Ano por farejar "vômito do mar"; entenda

Galileu ·
Labradora recebe prêmio de Animal do Ano por farejar "vômito do mar"; entenda

O que torna um cachorro inteligente? Como você já leu aqui na GALILEU, cães conseguem associar sons a imagens, farejar doenças e até fazer parkour.

Mas Sgiaht, uma labradora preta de 6 anos que vive nas Terras Altas da Escócia, conseguiu usar suas habilidades para salvar o meio ambiente.

Na última quinta-feira (15), a cadela ganhou o prêmio de Animal do Ano pela organização sem fins lucrativos International Fund for Animal Welfare (IFAW) depois de conseguir identificar, através do olfato, o chamado “vômito do mar”.

Esse nome é o termo coloquial para a ascídia-tapete (Didemnum vexillum), uma espécie invasora que ameaça a vida marinha nas águas da Grã-Bretanha, Irlanda e outros locais.

A ascídia-tapete vem se espalhando pela costa da Europa e já é um problema para os governos locais, pois pode sufocar espécies nativas e colonizar infraestruturas como fazendas de ostras e áreas de pesca.

Sgiaht, que foi originalmente treinada como cão de resgate, é o primeiro cachorro a conseguir farejar a espécie.

Cadela ambientalista Sgiath foi treinada pela ecologista marinha Texa Sim, que vive nos arredores de Glencoe, na Escócia.

A cadela foi treinada como cão de resgate em montanhas, mas, devido ao seu desempenho surpreendente, a tutora se perguntou se ela não poderia fazer mais.

Desde então, Texa começou a treiná-la para identificar a espécie invasora através do cheiro.

Em entrevista à BBC, Texa afirma que "Sgiath é incrivelmente inteligente.

Sua capacidade de resolver problemas e de enfrentar novos desafios, aprendendo tão rapidamente, é simplesmente fenomenal, e é fascinante de se ver." A cadela foi tão bem como cão de resgate que sua tutora quis explorar mais suas habilidades Divulgação/IFAW A surpresa também se estende a Sharon Livermore, diretora de conservação marinha do IFAW.

“Todos os anos, oprêmio Animal do Ano celebra animais que fazem coisas extraordinárias, mas a história de Sgiath é diferente de tudo que já vimos”, revela, em comunicado à imprensa.

O que mais surpreende na habilidade de Sgiath não é seu olfato apurado, porque esse já é um fator conhecido: um cachorro possui mais de 220 milhões de receptores olfativos no nariz, enquanto humanos têm cerca de 5 milhões.

A verdadeira revolução é a cadela conseguir usar esses sentidos na água, em maré baixa.

Ler a notícia completa no Galileu ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistagalileu.globo.com — o conteúdo pertence a Galileu.

Mais de Galileu

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›