Zema promete anistia ou “tribunal não político” a condenados por golpe
O candidato à presidência Romeu Zema (Novo) disse nesta segunda-feira (24) que pretende dar anistia ou um tribunal “não político” aos condenados pela tentativa de golpe do 8 de Janeiro.
O ex-governador de Minas Gerais afirmou que houve vandalismo e depredação no 8 de janeiro e ressalta que não houve tiros disparados.
Em sabatina realizada pelo Jornal Nacional , Zema alegou que houve “perseguição” aos condenados e discordou dos crimes imputados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Teve tiro disparado? Não teve nenhum movimento.
Na minha opinião, foi um julgamento totalmente político”, disse.
Leia mais Saldo de operação contra ouro ilegal em SP apreende R$ 1,5 milhão em joias Financiamento de veículos aumenta 5,6% em julho, aponta B3 Brasileiros presos na Islândia por protestarem contra caça de baleias retornam ao país após dificuldades O candidato já havia prometido anistia aos presos do 8 de janeiro e criticado as sentenças determinadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
“O que n ó s vimos no brasil foi perseguição” .
O ex-governador, no entanto, disse confiar no sistema eleitoral, mas que a credibilidade das urnas seria ainda maior com o voto impresso.
Salário mínimo e aposentadorias Durante a sabatina, Zema disse que pretende reajustar o salário mínimo de acordo com a inflação e defendeu a queda na taxa de juros.
O ex-governador de Minas Gerais vinculou que o ganho acima da inflação será concedido aos trabalhadores “se a economia estiver bem”.
O mineiro criticou o impacto da taxa de juros na dívida pública e na renda dos brasileiros.
“Eu garanto que ninguém vai ter perda.
Se tiver inflação, nós daremos toda inflação.
É um absurdo um aposentado não ter toda a reposição inflacionária ou pior ficar sem receber aposentadoria como aconteceu em MG com mais de 300 mil. [Reajuste estará acima da inflação] Se a economia tiver indo bem e com contas equilibradas.
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