Do forno de barro ao recheio de ovo frito: pão de queijo ganha sabores e histórias no Centro-Oeste de MG
Dona Imaculada prepara pão de queijo artesanal em Itapecerica, no Centro-Oeste de Minas Anna Lúcia Silva/g1 Tem coisa mais mineira do que sentir o café sendo coado e saber que, em algum lugar da cozinha, há uma fornada de pão de queijo saindo do forno? Em Minas Gerais, a iguaria não é apenas um alimento, é parte da recepção, da memória e do cotidiano.
Mas, de cidade em cidade, a receita ganha novos sabores e formas de preparo.
Na reportagem em homenagem ao Dia Nacional do Pão de Queijo, comemorado nesta segunda-feira (17), a iguaria sai do tradicional para ganhar recheios que enchem os olhos e versões diferentes encontradas em Itapecerica e em Divinópolis, sem deixar de lado a receita convencional que mantém viva a tradição mineira.
O Dia do Pão de Queijo é celebrado desde 2007, quando uma iniciativa da apresentadora Ana Maria Braga promoveu um concurso para escolher o melhor pão de queijo do Brasil.
A história do quitute, porém, começou muito antes. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Dia do Pão de Queijo - pão de queijo - Divinópolis Mídia Hunter/Divulgação A origem do pão de queijo é associada à cozinha mineira dos séculos XVIII e XIX.
Em um período em que a farinha de trigo era um ingrediente de difícil acesso, o polvilho, obtido da mandioca, passou a ser utilizado em receitas.
O queijo produzido nas fazendas mineiras entrou na mistura e, com o tempo, nasceu uma das receitas mais conhecidas do estado.
De lá para cá, o pão de queijo mudou de tamanho, ganhou recheios e conquistou novos formatos.
Mas há lugares em que fazer pão de queijo ainda significa manter viva uma tradição que começa muito antes de a massa chegar ao forno.
Da mandioca ao pão de queijo: uma receita feita na própria fazenda Dona Imaculada e Senhor Sebastião produzem pães de queijo direto da Fazenda Laranjo em Itapecerica Anna Lúcia Silva/g1 Na Fazenda Laranjo, em Itapecerica, o pão de queijo começa muito antes de chegar ao empório da família, no Centro da cidade.
Começa na terra.
É ali que Dona Imaculada e o marido, Sebastião, trabalham juntos para produzir um pão de queijo com sabor de roça e ingredientes que carregam a história da própria propriedade.
A farinha utilizada na receita é produzida na fazenda a partir da mandioca.
Dela vem o polvilho, preparado de maneira artesanal e usado na massa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.