Com trama sobre instrumentalização da fé contra a liberdade sexual, ‘A Margem do Rio’ é o grande vencedor do Festival do Rio 2026
O Festival do Rio , um dos mais importantes do cinema brasileiro, encerrou a sua 28ª edição no último domingo, dia 11 de outubro, premiando A Margem do Rio , longa sobre a instrumentalização da fé contra a diversidade e a liberdade sexual, com o Troféu Redentor de Melhor Longa-Metragem de Ficção no circuito Première Brasil.
Longa de estreia de Enock Carvalho e Matheus Farias , A Margem do Rio é ambientado no Recife e acompanha Izaquiel ( Caíque Copque , Mapas ), um jovem auxiliar de serviços gerais em uma igreja evangélica que, em seu tempo livre, busca por encontros com outros homens no mangue.
Em uma dessas aventuras, ele conhece o misterioso e magnético pescador Jeremias ( Ítalo Martins , O Agente Secreto ) e eles começam um relacionamento intenso ao mesmo tempo em que uma ameaça crescente de violência começa a ameaçar as vidas dos homens às margens do rio.
Além do prêmio principal do Festival do Rio 2026 , A Margem do Rio também a honraria de Melhor Filme Brasileiro do Prêmio Felix, dedicado a produções com temáticas LGBTQIAPN+, entre outros prêmios.
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