Dono da PixBet é alvo de busca e apreensão em 2ª fase de operação da PF na Paraíba
Fachada da sede da PixBet em Campina Grande, Agreste da Paraíba Geraldo Jerônimo/TV Paraíba Ernildo Júnior, proprietário da PixBet, também foi alvo de um dos mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal nesta quinta-feira (17), durante a segunda fase da Operação Arena, na Paraíba.
Além de Ernildo, o primo dele, Tadeu Dantas, foi alvo da ação da PF e foi preso em cumprimento a um mandado de prisão preventiva.
Em agosto, durante a primeira fase da operação, Ernildo foi abordado por agentes da Polícia Federal em Campina Grande, no Agreste da Paraíba.
Na ocasião, o carro e o celular dele foram apreendidos durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A operação investiga crimes de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e outros delitos contra a ordem tributária e financeira.
Nesta segunda fase, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, além de medidas de sequestro de bens.
Até a última atualização desta reportagem, não foram divulgados detalhes sobre o mandado de busca e apreensão cumprido contra Ernildo.
A Polícia Federal também não informou o local da ação.
Agora no g1 Primeira fase da Operação Arena A Operação Arena foi deflagrada pela Polícia Federal, Ministério Público da Paraíba (MPPB) e Receita Federal em agosto deste ano para investigar um grupo suspeito de evasão de divisas e lavagem de dinheiro por meio de apostas esportivas.
Na primeira fase, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão na Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná.
A Justiça também determinou medidas de quebra de sigilo bancário e telemático e o sequestro de até R$ 1,1 bilhão em bens.
Segundo a Polícia Federal, recursos provenientes das apostas eram enviados para uma empresa de fachada registrada em Curaçao.
O dinheiro depois retornava ao Brasil como pagamento por serviços que, segundo a investigação, não haviam sido realizados.
Ainda de acordo com a investigação, a empresa emitia notas fiscais por serviços que não teriam sido realizados.
Com isso, o dinheiro retornava ao Brasil como pagamento por supostos serviços contratados no exterior, aparentando ter origem legal.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraíba.