Darth Vader está de volta como arma letal do Imperador em nova história
Desde a transformação de Anakin Skywalker em Darth Vader , em Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith (2005), vimos como o ex-Jedi se tornou uma das forças mais temíveis da galáxia muito, muito distante. Seu caminho para se tornar o vilão que conhecemos em Uma Nova Esperança (1977) foi tortuoso.
Conhecido por erguer corpos, usar a Força para enforcar oponentes e por seu emblemático sabre-de-luz vermelho — além da inconfundível armadura preta e voz cibernética — a figura permaneceu no imaginário de milhões de fãs em mais de 50 anos.
Dito isso, sua presença é uma constante neste universo. Seja em filmes, seriados, videogames e outras mídias, o imponente personagem inspira medo e a promessa de um embate épico (ou, quem sabe, um massacre sem precedentes sobre os inimigos).
O mesmo ocorre nas HQs, com a nova publicação que celebra os 10 anos de Rogue One: Uma História Star Wars (2016). Na prequel do longa-metragem, vemos como o conflito e a disputa contra os rebeldes foram arquitetadas — assim como o papel de Darth Vader dentro de todo o embate galáctico.
Em Star Wars: Rogue One - Darth Vader #1 , o público terá um one-shot (narrativa com um capítulo só) que colocará o grande vilão da franquia em ação. Na trama, ele será guiado a um planeta para destruir a resistência que há sobre o Império.
Escrita por Chris Condon (conhecido por Of the Earth e That Texas Blood), a trama é ilustrada por Luke Ross (que trabalhou na HQ solo de Anakin, em 2017) e mostra como ele se tornou uma das forças mais temíveis da galáxia — assim como uma lenda.
A história deixa claras as suas conexões com o universo estendido e mostra que o vilão é visto apenas como uma “arma”. Ou seja, o Império o aponta para uma direção e o que estiver no seu caminho será devastado.
Caso você não se recorde, Orson Krennic foi interpretado por Ben Medelsohn (Jogador nº1 e Invasão Secreta) e é um dos grandes vilões de Rogue One: Uma História Star Wars. A figura foi uma das responsáveis pela construção do laser que destrói planetas, assim como nutre uma rivalidade com Grand Moff Tarkin.
Foi ele quem raptou o pai de Jyn Erso (Felicity Jones) e facilitou indiretamente o acesso aos esquemas da Estrela da Morte — os mesmos que permitiram à Aliança Rebelde encontrarem o seu ponto fraco e criar um plano para destruí-la.
Além de ter aparecido em outras HQs, Krennic também retornou às telas na série Andor (2022), como um dos antagonistas para o personagem de Diego Luna (Festa no Céu e E Sua Mãe Também). Ainda que seja uma figura importante pós-Ordem 66, ele não sobreviveu aos eventos de Rogue One.
Na prática, ele é associado ao período em Star Wars e não possui nenhum envolvimento prévio (seja na trilogia prequel, animações como A Guerra dos Clones, seja em outras tramas) ou posterior. Porém, como visto nas histórias em quadrinhos, ao menos a LucasFilm e a Marvel não o deixam ser esquecido.
Mesmo que Krennic seja um vilão, a publicação da Marvel Comics mostra que até ele teme a presença de Darth Vader — que, a essa altura da trama, já construiu uma vasta reputação.
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