Justiça de SP julga ação que pode barrar 19 arranha-céus no Cidade Jardim
Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Nesta quarta-feira (26), a Justiça de São Paulo julga uma ação que analisa a validade jurídica de novas diretrizes urbanísticas que, na prática, dão aval à verticalização intensa do bairro Cidade Jardim , área nobre e predominantemente residencial da capital.
Moradores, o Ministério Público e associações locais tentam frear a construção de edifícios de luxo e torres de alta densidade na região, que historicamente foi reservada a residências horizontais. O confronto jurídico nasceu a partir das recentes alterações na Lei de Zoneamento do município, cuja constitucionalidade é questionada pelo MP paulista.
No centro da disputa estão ao menos 19 torres com mais de 30 andares projetadas para o bairro. Entre as empresas com empreendimentos previstos para o local está a Rezek Construtora. Por outro lado, a mobilização contra a verticalização já reúne mais de 7.500 apoiadores, que apontam impactos severos do adensamento populacional na infraestrutura e na mobilidade urbana.
O veredito da Justiça pode colocar em xeque a execução da Lei de Zoneamento, além de definir se o bairro Cidade Jardim manterá suas características originais ou receberá quase duas dezenas de arranha-céus em um futuro próximo.
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