sábado, 17 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Valores negociados por Metrópoles com Vorcaro somam R$ 51,9 milhões, diz jornal› Lula e Flávio Bolsonaro tentam mobilizar eleitores em estados sem 2º turno para governador› Veja onde assistir Athletico x Palmeiras ao vivo neste sábado (17)› Vitor Porto vence Felipe Moraes e é campeão do Mr. Olympia Brasil 2026 na categoria 212› Protestos contra custo de vida se espalham na Europa após manifestações na França› Nívea Campos é campeã do Mr. Olympia Brasil 2026 na categoria Bikini› Richarlison pede que PF investigue Flávio Bolsonaro por posse de imóvel de luxo› Filha de 12 anos vai dormir na casa do pai e é estuprada por ele; homem foi preso› Homem condenado por matar esposa em MG é preso 21 anos após o crime› Veja onde assistir América-MG x Operário ao vivo neste sábado (17)› Valores negociados por Metrópoles com Vorcaro somam R$ 51,9 milhões, diz jornal› Lula e Flávio Bolsonaro tentam mobilizar eleitores em estados sem 2º turno para governador› Veja onde assistir Athletico x Palmeiras ao vivo neste sábado (17)› Vitor Porto vence Felipe Moraes e é campeão do Mr. Olympia Brasil 2026 na categoria 212› Protestos contra custo de vida se espalham na Europa após manifestações na França› Nívea Campos é campeã do Mr. Olympia Brasil 2026 na categoria Bikini› Richarlison pede que PF investigue Flávio Bolsonaro por posse de imóvel de luxo› Filha de 12 anos vai dormir na casa do pai e é estuprada por ele; homem foi preso› Homem condenado por matar esposa em MG é preso 21 anos após o crime› Veja onde assistir América-MG x Operário ao vivo neste sábado (17)
Últimas

Cortes em auxílios sociais podem gerar retração em cidades do interior

Agência Brasil ·
Cortes em auxílios sociais podem gerar retração em cidades do interior

São Paulo – A estagnação ou cortes no valor dos benefícios sociais e previdenciários poderão causar uma retração severa à atividade econômica em municípios do interior do Brasil, mostra levantamento do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made), da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), lançado nesta semana.

Segundo o estudo, as aposentadorias, o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) têm peso significativo na economia dessas cidades e chegam a representar quase metade do orçamento das famílias mais pobres.

“Como o valor recebido por essas famílias é usado quase integralmente para a aquisição de itens de primeira necessidade, o dinheiro circula imediatamente no comércio local, garante empregos e mantém a arrecadação municipal ativa”, destaca a co-diretora do Made-USP, a economista Luiza Nassif.

De acordo com o levantamento, dos 5.569 municípios brasileiros, cerca de 4 mil estão fora das regiões metropolitanas.

Nessas cidades, segundo o estudo, o peso das transferências públicas chega a ser o dobro em relação aos dos grandes centros urbanos.

No Ceará, por exemplo, os benefícios sociais e previdenciários respondem por 22% da renda agregada da capital e região metropolitana.

Já nas cidades do interior, esse número é de 40%.

Impactos futuros O estudo do Made/USP projetou os efeitos econômicos da evolução da renda dos benefícios sociais e previdenciários nas cidades do interior para os próximos três anos.

O estudo tomou como base os anos de 2022 a 2025, em que houve um crescimento real para BPC e aposentadorias, e comparou esse cenário ao contexto de reajustes utilizados entre 2019 e 2022, sem ganhos reais do salário mínimo e congelamento total.

O levantamento mostra que, sem os reajustes, a renda agregada do interior do país sofreria uma retração severa, ficando entre 6,8% e 10,8% abaixo do patamar com a valorização real dos benefícios sociais e previdenciários.

“Isso geraria uma reação em cadeia na atividade econômica que atinge inclusive as famílias que não dependem do socorro público”, avalia Nassif.

O estudo mostra que os cenários mais críticos ocorreriam no interior do Rio Grande do Norte, Amapá e Piauí, em que a renda total cairia entre 17% a 18%, sem o ritmo atual de aumento dos benefícios sociais.

No Amazonas, Sergipe e Pernambuco, a perda seria na casa dos 15%.

No Ceará, Maranhão, em Alagoas e Bahia, a queda ficaria entre 10% e 13%, enquanto no Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o prejuízo chegaria a 6,5%.

Ler a notícia completa no Agência Brasil ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em agenciabrasil.ebc.com.br — o conteúdo pertence a Agência Brasil.

Mais de Agência Brasil

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›