Atenção corporativa à saúde mental cai em 2026 apesar de salto nos afastamentos
O índice geral de atenção ao bem-estar psicológico dado pelas grandes corporações aos seus funcionários apresentou uma queda de 8,19 em 2025 para 8,02 neste ano (em uma escala de até 16 pontos), de acordo com o Anuário Saúde Mental nas Empresas 2026 , elaborado pelo Instituto Philos Org.
A retração ocorre justamente em um período de forte alta dos problemas relacionados à saúde no ambiente de trabalho: entre 2024 e 2025, os afastamentos por transtornos mentais subiram mais de 17% no país.
A 4ª edição do relatório destaca que, enquanto áreas como Finanças e Tecnologia alcançaram respectivamente 10,08 e 8,77 pontos, alçando-as à liderança com os maiores patamares de compromisso, setores como Alimentos e Bebidas (6,09) e Agronegócio (5,78) registraram as piores pontuações.
Para mapear esse cenário, o estudo baseia-se em relatos corporativos públicos e documentos produzidos pelas próprias organizações para prestar contas à sociedade e gerar valor ao negócio.
Além disso, a edição de 2026 introduziu uma nova metodologia que engloba tanto a autoavaliação das companhias quanto os impactos da vida digital e dos riscos psicossociais.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que ansiedade e depressão custam globalmente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, gerando um prejuízo próximo de 1 trilhão de dólares.
Continua após a publicidade Os dados completos do estudo serão divulgados neste sábado (10), no Dia Mundial da Saúde Mental.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.