Goiana que se tornou a 1ª aprovada em cota quilombola para concurso de diplomata sonha em ser embaixadora, diz universidade
Goiana é a primeira aprovada do Brasil em cota para quilombola para ser diplomata A goiana Helen Jaine Gomes Borgens, que foi a primeira aprovada do Brasil em cota quilombola no concurso público para admissão à carreira de diplomata, sonha em ser embaixadora um dia, segundo a Universidade Federal de Goiás (UFG).
Helen faz parte da comunidade quilombola do Retiro, que fica em Simolândia, na região nordeste de Goiás, e falou sobre a honra de representar a categoria neste espaço. 🔎 Diplomatas são servidores públicos responsáveis por representar e defender os interesses de seu país perante outros governos e organizações internacionais.
Com a aprovação, Helen precisará fazer um Curso de Formação de Diplomatas, com duração de três a quatro meses, para ocupar o primeiro cargo da diplomacia: o de terceiro-secretário.
Os aprovados recebem salário inicial bruto de R$ 22,5 mil. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp À UFG, ela disse que ficaria muito feliz se chegasse ao posto mais alto da diplomacia um dia, o de embaixadora, mas que no geral, quer ser uma boa diplomata.
Ao g1, o Ministério das Relações Exteriores informou que este foi o primeiro concurso para a carreira na diplomacia realizado sob a vigência da nova lei de cotas, que estabelece reserva de vagas em concursos públicos federais para pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas.
Goiana é a primeira aprovada do Brasil em cota para quilombola para ser diplomata Arquivo pessoal LEIA TAMBÉM: Goiana é a primeira aprovada do Brasil em cota quilombola para ser diplomata Goiana que se tornou a 1ª aprovada em cota quilombola em concurso para ser diplomata deve ter salário inicial de R$ 22,5 mil Gari que emocionou com ensaio de fotos ao se formar em enfermagem conciliava trabalho e estudo: 'Não é vergonha varrer rua' Investimento na Educação Helen é ex-aluna da UFG e se formou em Relações Internacionais.
A possibilidade de seguir carreira na diplomacia foi apresentada por um professor, durante a preparação para o vestibular.
Durante a graduação, ela se distanciou da área, mas voltou a se interessar depois de cursar uma disciplina de Política Externa Brasileira.
A jovem se formou em 2025 e voltou para Simolândia para se preparar para o concurso.
Morando no interior, ela conta que precisou estudar por conta própria todo o conteúdo que não era básico, pois não tinha acesso a ensino especializado.
Apesar das dificuldades, o esforço valeu a pena e ela foi aprovada na única vaga reservada a candidatos quilombolas no concurso.
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