Professor da UFG é o brasileiro mais influente em Inteligência Artificial, diz estudo
O professor da Universidade Federal de Goiás (UFG) Anderson Soares está entre os nomes de destaque na área de Inteligência Artificial no Brasil, segundo o estudo Pulso 2026/2027, desenvolvido pela Deck e pela Nexus, empresas da FSB Holding.
Natural de Catalão, na região sudeste de Goiás, o pesquisador recebeu nota máxima nos critérios de afinidade, influência e reputação no segmento de IA.
À repórter Catarina Lima, Anderson contou que ficou surpreso com o resultado.
Apesar de já reconhecer a projeção nacional conquistada ao longo da carreira, ele afirmou que não esperava aparecer com uma avaliação tão alta diante de outros profissionais de destaque na área.
“Eu tenho compreensão, obviamente, da reputação em nível nacional pelos circuitos que eu frequento.
Eu só não esperava estar no topo da lista porque tem outras pessoas também muito qualificadas e com alta reputação”, afirmou.
O estudo analisou mais de 2 mil perfis até chegar a uma seleção final de 630 nomes, divididos em 21 setores da economia brasileira.
A avaliação levou em consideração seis dimensões: afinidade, influência, reputação, conteúdo, engajamento e volume.
No caso de Anderson, o levantamento atribuiu nota 5 para afinidade, influência e reputação.
O documento o descreve como professor da UFG e presidente do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA), além de destacar sua atuação no desenvolvimento da IA como infraestrutura nacional e na pesquisa aplicada.
Apesar das avaliações, o levantamento ressalta que não se trata de um ranking.
Os profissionais aparecem em ordem alfabética, e os responsáveis pelo estudo explicam que a influência resulta de diferentes fatores e não pode ser resumida a uma única classificação numérica.
Professor Anderson Soares, da UFG, atua na área de Inteligência Artificial e é presidente do Centro de Excelência em IA Dino Arato/Ceia UFG LEIA TAMBÉM: Regulamentação do uso de inteligência artificial em Goiás é aprovada na Assembleia Legislativa Inteligência Artificial desbanca medicina e passa a ser o curso mais concorrido da UFG Primeira mulher a se formar em Inteligência Artificial em universidade federal relata propostas de R$ 25 mil Trajetória na Inteligência Artificial Natural de Catalão, Anderson começou a estudar Inteligência Artificial ainda na graduação em Engenharia de Computação, na PUC Goiás, no início dos anos 2000.
Segundo o professor, naquela época as técnicas ainda eram menos sofisticadas que as atuais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.