Após quase 2 anos, aterro volta a ser atingido por incêndio na Transacreana, em Rio Branco
Incêndio em lixão de Rio Branco dura 24h e mobiliza 15 bombeiros no combate Após mais de dois anos, o aterro de resíduos sólidos na rodovia AC-40, conhecida como Transacreana, em Rio Branco, voltou a ser atingido por um incêndio.
O combate às chamas já dura há mais de 24 horas, entre essa quarta-feira (14) e esta quinta (15).
Segundo o major Roger Santos, oficial do Corpo de Bombeiros, a ação já mobilizou 15 militares dos três batalhões da capital e também conta com apoio de cinco equipes da Prefeitura de Rio Branco. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp "O combate é intenso e vem se desenrolando ao longo da tarde inteira.
A parceria do Corpo de Bombeiros com a Prefeitura de Rio Branco vem fazendo frente a esse incêndio, de modo que acreditamos que nas próximas horas será encerrado", acrescentou.
Incêndios no local são recorrentes nos últimos anos e costumam durar vários dias Defesa Civil de Rio Branco Contudo, incêndios no local são recorrentes nos últimos anos e costumam durar vários dias.
A última vez que houve registro de chamas em grandes proporções na região foi em 2024, com duas ocorrências entre o fim de outubro de o início de novembro.
O coordenador da Defesa Civil de Rio Branco, tenente-coronel Cláudio Falcão, explicou que as chamas estão profundas e os gases liberados pelo acúmulo de materiais descartados dificultam a contenção.
"Quanto mais gases são liberados, mais o fogo aumenta.
São utilizados diariamente 250 mil litros de água", diz.
LEIA MAIS: Incêndio em lixão de Rio Branco dura 16 dias e bombeiros já usaram mais de 750 mil litros de água em combate Mesmo com incêndio em lixão, catadores se arriscam em meio a fumaça tóxica para juntar recicláveis no AC Após 50 dias, órgãos devem avaliar aterro de resíduos após combate de 95% do incêndio em Rio Branco Falcão ressaltou que o combate pode se estender por mais dias, e relembrou também o ocorrido em 2020, quando o mesmo lixão foi tomado pelo fogo por 16 dias.
"Ainda não conseguimos precisar quando deve acabar, uma vez que pode durar dias.
Enquanto isso, a nossa missão é fazer a avaliação de risco, levar ajuda nos planos de contingência e apontar os locais onde eles devem combater para minimizar à população que mora nas proximidades", explicou.
Em 2021, o aterro começou a ser desativado.
Contudo, a prefeitura conseguiu uma autorização na Justiça para estender o processo até o fim de 2025.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Acre.