quinta-feira, 3 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Governo Trump exige que todos países ‘suspendam imediatamente’ relações comerciais com Irã EUA e Equador afundam embarcação suspeita de narcotráfico no Pacífico Número de mortos por inundações no Himalaia se aproxima de 1,3 mil Mansões, carros de luxo, viagens: a vida de Eduardo Bolsonaro e Figueiredo nos EUA Irã ataca bases norte-americanas no Kuwait e Emirados Árabes Unidos PGR defende arquivamento de depoimento sobre suposta ameaça a Vorcaro Guiné-Bissau aprova nova Constituição que amplia poderes presidenciais; oposição denuncia ‘continuidade de golpe’ Trump volta a discutir possibilidade de fim da guerra contra Irã, afirma jornal China se retira da principal bienal da Ásia em protesto contra ‘Pavilhão de Taiwan’ Putin afirma que ‘há perspectivas’ de acordo de paz com Ucrânia Governo Trump exige que todos países ‘suspendam imediatamente’ relações comerciais com Irã EUA e Equador afundam embarcação suspeita de narcotráfico no Pacífico Número de mortos por inundações no Himalaia se aproxima de 1,3 mil Mansões, carros de luxo, viagens: a vida de Eduardo Bolsonaro e Figueiredo nos EUA Irã ataca bases norte-americanas no Kuwait e Emirados Árabes Unidos PGR defende arquivamento de depoimento sobre suposta ameaça a Vorcaro Guiné-Bissau aprova nova Constituição que amplia poderes presidenciais; oposição denuncia ‘continuidade de golpe’ Trump volta a discutir possibilidade de fim da guerra contra Irã, afirma jornal China se retira da principal bienal da Ásia em protesto contra ‘Pavilhão de Taiwan’ Putin afirma que ‘há perspectivas’ de acordo de paz com Ucrânia
Esportes

Corinthians diverge de perito, não vê arena paga, mas une forças por estudo

UOL Esporte ·
Corinthians diverge de perito, não vê arena paga, mas une forças por estudo

O Corinthians calcula que a dívida da Neo Química Arena com a Caixa Econômica Federal seja menor do que aponta o perito Anísio Castelo Branco. Mesmo assim, o clube decidiu convidá-lo para ajudar na revisão dos números.

O UOL apurou que a diretoria estima que a dívida, hoje na faixa de R$ 650 milhões, possa cair entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões. Assim, o saldo ficaria entre R$ 450 milhões e R$ 500 milhões.

O valor é menor do que o apontado por Anísio. Pelos cálculos do perito, a diferença, atualizada até 2026, poderia chegar a cerca de R$ 460 milhões.

De acordo com a apuuração do UOL, a diferença entre as contas ocorre porque elas usam períodos e documentos diferentes. O estudo de Anísio considera documentos públicos disponíveis até 2019. O Corinthians, por sua vez, inclui contratos, juros e renegociações feitos depois desse período.

Por isso, o clube entende que o cálculo do perito não considera todos os contratos e custos que vieram após a última negociação, há sete anos. Na avaliação corintiana, essas informações mudam a evolução da dívida e impedem que o valor do estudo seja aplicado diretamente ao saldo atual.

Quando houve a renegociação, a dívida era de cerca de R$ 611 milhões. O acordo definiu prazo de 20 anos, pagamentos a cada três meses com receitas da Arena e uma nova forma de quitar o financiamento.

A partir da renegociação, a dívida passou a ser corrigida pelo CDI mais 2%. Para o Corinthians, essa cobrança, somada ao período em que os pagamentos ficaram suspensos durante as negociações, gerou novos encargos.

O clube entende que os juros acumulados desde 2019 mudam o resultado da análise. Por isso, avalia que os problemas apontados por Anísio podem reduzir a dívida, mas não significam necessariamente que o financiamento esteja quitado.

Apesar da diferença nos cálculos, Corinthians e Anísio decidiram trabalhar juntos. Durante reunião com o presidente Osmar Stábile, no Parque São Jorge, nesta quarta-feira (2), o perito foi convidado a colaborar com o grupo que vai revisar a dívida.

A ideia do Corinthians é usar a diferença entre os cálculos como ponto de partida para uma nova rodada de conversas com a Caixa. O clube pediu a intermediação da Advocacia Geral da União (AGU) em ofício encaminhado nesta terça-feira (1º).

O clube mantém uma equipe dedicada ao financiamento da Arena e tem documentos que não foram usados no estudo enviado ao Ministério Público de São Paulo.

Na reunião com Stabile, Anísio explicou como chegou aos números. Ele apresentou os documentos usados no estudo, mostrou os problemas que identificou e ouviu os representantes do Corinthians sobre os contratos assinados depois de 2019.

O clube considera que o estudo tem pontos que precisam ser analisados, mas ainda não adotou os números de Anísio como posição oficial. Por isso, convidou o perito para participar da revisão. A ideia é dar a ele acesso às informações posteriores a 2019 e comparar as duas contas.

O Corinthians quer entregar a Anísio os dados financeiros e os contratos mais recentes, mas precisa consultar a Caixa antes.

Ler a notícia completa no UOL Esporte ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Esporte.

Mais de UOL Esporte

Ver tudo ›

Mais em Esportes

Ver tudo ›