Coleta de DNA ajuda na identificação de pessoas desaparecidas no Amapá; saiba como participar
Mobilização para coleta de DNA reúne famílias em busca de desaparecidos Familiares de pessoas desaparecidas podem fazer a coleta de DNA para ajudar na localização e na identificação de parentes.
A Polícia Científica do Estado do Amapá (PCA) oferece o serviço de forma permanente nas unidades de Macapá e Santana. 🔎 O material genético coletado nas unidades da Polícia Científica segue para o Banco Nacional de Perfis Genéticos.
O sistema cruza os perfis com amostras biológicas de pessoas desaparecidas de todo o país. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp A iniciativa busca ajudar na redução dos casos de desaparecimento no estado.
De acordo com o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Amapá teve 410 ocorrências em 2025, uma queda de 8,9% em relação ao ano anterior, quando foram contabilizados 448 casos.
Apesar da redução, o Amapá registrou uma taxa de 50,8 desaparecimentos para cada 100 mil habitantes em 2025.
O índice ficou acima da média nacional, de 39,5 casos.
Quem pode fazer a coleta? A coleta é recomendada para parentes de primeiro grau, como pais, filhos e irmãos biológicos.
O vínculo familiar aumenta a possibilidade de obter um perfil genético compatível e contribuir para a identificação da pessoa desaparecida.
Na ausência de parentes diretos, outros familiares também podem realizar o procedimento.
A coleta também atende casos antigos, desde que o desaparecimento tenha sido registrado.
Segundo a coordenadora da ação e odontolegista Sarah Araújo, não há limite de idade para participar da coleta.
“Pode ser idoso, criança ou adulto.
Se você tem um familiar que está desaparecido há anos ou recentemente, é só procurar a delegacia, trazer o boletim e procurar uma unidade da Polícia Científica”, explicou.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Amapá.