Grenal do medo tem muita disputa, pouca qualidade e leva decisão para Arena
Aos 40 minutos do primeiro tempo, não havia nem sequer um chute ao gol, nem do Internacional, nem do Grêmio. Uma reclamação de Diego Caito, com jeito de simulação, um braço do zagueiro Wallace no rosto de Bernabei, mais rispidez do que bom futebol. Resultado: 0x0.
Melhorou no segundo tempo, Paulo Pezzolano colocou Alan Patrick no lugar de Carbonero, porque o camisa 10 começou no banco, preterido por Calebe.
O Grêmio se orgulha de promover doze jogadores das divisões de base e não tinha nenhum titular formado em Eldorado. O medo foi maior do que a ambição e, ainda que tenha havido 14 finalizações coloradas, onze gremistas, não foi um grande Grenal.
O medo pode seguir até quinta-feira que vem, principalmente se o Grêmio não vencer a Chapecoense e o Inter perder do Bahia, ambos jogos no domingo à noite.
O Grenal começou com o vento e terminará com o tempo, uma semana de treinose estudos para saber quem escapará da pressão pós eliminação.
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