O que candidatos ao governo de MG propõem para combater feminicídios e facções
Imagem de arquivo de mulher mostrando as palmas das mãos Bruna Bonfim/g1 Minas Gerais é o segundo estado do país com mais feminicídios.
No ano passado, 177 mulheres foram vítimas do crime, um aumento de 4,4% em comparação com 2024, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
O estado enfrenta também o avanço das facções criminosas.
Ao menos 35 organizações, quadrilhas e bandos ligados ao tráfico de drogas são monitorados em território mineiro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Quem for eleito governador em 2027 terá de lidar com essa realidade – e tratá-la como prioridade.
Pesquisa Quaest divulgada em 14 de agosto mostrou que a violência é a principal preocupação dos eleitores brasileiros.
Em Minas, pesquisa Quaest de abril apontou a violência como o segundo principal problema do estado, segundo eleitores, atrás apenas da saúde.
O g1 apurou o que cada um dos 11 candidatos propõe, nos planos de governo apresentados à Justiça Eleitoral, para o combate aos feminicídios e às organizações criminosas.
Nas próximas semanas, o g1 Minas também publica reportagens sobre as propostas dos candidatos para temas relacionados a: saúde, meio ambiente, economia e mobilidade.
Agora no g1 Veja abaixo o plano de cada candidato, seguindo a ordem alfabética: Alexandre Kalil (PDT) Alexandre Kalil (PDT) Amira Hissä Para o combate à violência de gênero, o plano de governo de Kalil defende o fortalecimento das estruturas especializadas de atendimento às vítimas.
As propostas incluem atendimento imediato a mulheres em situação de risco; integração entre forças de segurança e serviços da rede de proteção; encaminhamento das vítimas para as áreas de saúde, assistência social e acolhimento, quando necessário; e acompanhamento de medidas protetivas concedidas.
Para o combate ao crime organizado, o documento propõe o reforço da estrutura investigativa da Polícia Civil e a criação do plano "Minas contra o Dinheiro do Crime".
A ideia é minar a capacidade financeira das organizações, por meio do bloqueio e da apreensão de recursos usados para financiar o crime organizado.
Ben Mendes (Missão) Ben Mendes (Missão) em vídeo publicado nas redes socias Instagram/ Reprodução O plano de governo apresentado por Ben Mendes à Justiça Eleitoral não apresenta nenhuma proposta para o combate à violência contra a mulher.
Sobre as facções, o texto diz que o "enfrentamento ao crime organizado será tratado como prioridade absoluta".
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.