Prefeitura aponta tiro desnecessário e descuido de GCM que matou entregador
A Prefeitura de São Paulo atribuiu ao subinspetor da Guarda Civil Metropolitana (GCM) Reginaldo Alves Feitosa condutas consideradas graves durante o episódio em que ele matou, em abril, o entregador Douglas Renato Scheeffer Zwarg, de 39 anos, com um tiro nas costas.
Entre as acusações feitas no processo administrativo, consultado em primeira mão pela coluna, consta o disparo da arma de fogo, “dado sem necessidade”, e manuseio do armamento de “maneira descuidada”, culminando na morte de outra pessoa.
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1 de 7 Vítima deixa esposa e três filhos Reprodução/Instagram 2 de 7 Câmera instalada perto da Praça Maria Helena de Barros Saad, na alça de acesso entre as Avenida Pedro Álvares Cabral e Ibirapuera.
Ela se localiza em um ponto de muito interesse da investigação Reprodução/Polícia Civil 3 de 7 Outro equipamento foi localizado na pista central da Avenida Pedro Álvares Cabral, logo após a saída do túnel Ayrton Senna Reprodução/Polícia Civil 4 de 7 Douglas caiu após bicicleta colidir contra viatura da guarda Reprodução/Instagram 5 de 7 Douglas trabalhava com entregas para complementar renda familiar Reprodução/Instagram 6 de 7 Entregador foi ferido mortalmente com tiro nas costas Arquivo pessoal 7 de 7 Douglas Renato Scheeffer Zwarg com a esposa Reprodução/Instagram Conduta considerada grave A administração municipal também aponta que Feitosa teria descumprido deveres básicos da função, entre eles seguir as normas da corporação e manter comportamento compatível com o cargo que ocupava.
Na prática, a Prefeitura ainda não concluiu que o subinspetor é culpado nem decidiu pela demissão.
As acusações serão analisadas no processo, no qual Feitosa poderá apresentar sua versão.
A defesa dele não foi localizada.
O espaço segue aberto para manifestações.
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O entregador voltava do trabalho quando foi atingido nas costas.
Feitosa afirmou à Polícia Civil que o tiro teria ocorrido acidentalmente no momento em que ele saía da viatura.
O relato, porém, passou a ser investigado e o subinspetor acabou afastado das funções operacionais.
As infrações apontadas agora pela Prefeitura são consideradas graves e podem , como revelou a coluna, resultar até na demissão do guarda.
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