Economia: veja propostas dos candidatos ao Governo do RJ
Candidatos a governador do RJ nas eleições de 2026 Reprodução O Rio de Janeiro enfrenta uma crise fiscal e tem na economia um dos principais desafios para o próximo governo.
Dependência das receitas do petróleo, necessidade de equilibrar as contas públicas, atração de investimentos, geração de empregos e revisão de benefícios fiscais estão entre os temas abordados pelos candidatos ao Palácio Guanabara. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Por isso, o g1 escolheu Economia como um dos temas da série que apresenta as propostas dos candidatos ao Governo do Estado.
Esta reportagem reúne as ideias dos nove candidatos para a área, em ordem alfabética, com base nos planos de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Agora no g1 Segurança: veja propostas dos candidatos ao governo do RJ Quem são os candidatos ao Senado pelo RJ nas eleições de 2026? Como Eduardo Paes (PSD) ainda não divulgou seu plano de governo, as informações sobre suas propostas foram reunidas a partir de entrevistas, sabatinas e publicações feitas pelo candidato nas redes sociais.
O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro.
André Marinho (Novo) André Marinho é pré-candidato ao Governo do RJ pelo Partido Novo Reprodução O plano de governo de André Marinho concentra as propostas econômicas em quatro frentes: redução do desperdício na máquina pública, recuperação de receitas, diminuição da dependência dos royalties do petróleo e atração de investimentos.
Uma das principais medidas é a criação da Lei de Eficiência na Gestão (LEGE-RJ).
Segundo o plano, o projeto seria enviado à Assembleia Legislativa nos primeiros 90 dias de mandato e estabeleceria metas mensuráveis para cada secretaria.
A permanência dos gestores ficaria vinculada aos resultados alcançados.
Outra proposta é o chamado Inventário do Abandono, com a catalogação de cerca de 8,5 mil imóveis estaduais abandonados.
O candidato prevê a venda ou concessão desses imóveis e estabelece uma meta de gerar saldo líquido de R$ 10 bilhões a R$ 11 bilhões em quatro anos, além de reduzir os gastos com aluguel de imóveis particulares.
Marinho também propõe auditar 100% dos benefícios fiscais concedidos pelo estado.
A ideia é manter os incentivos apenas quando houver metas de geração de empregos e investimentos e cortar aqueles que não apresentarem contrapartidas mensuráveis.
Na área de receitas, o plano prevê ainda uma força-tarefa para identificar e confiscar patrimônio de facções e milícias.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.