sexta-feira, 16 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Jardim reclama dos critérios da arbitragem em empate do Flamengo: 'Queremos que apitem bem'› Felipe Massa parabeniza Rafael Câmara por vaga na F1: 'Será um sucesso'› Jardim nega que Fla jogou 'por empate' e diz: 'Não podemos ser românticos'› Léo Pereira critica campo em La Plata, mas considera bom o empate diante do Estudiantes› 'Flamengo teve bom resultado, mas futebol ruim', diz Raisa Simplicio› Veja melhores momentos de Estudiantes 0 x 0 Flamengo, pela semi da Liberta› Sport celebra vaga de Rafa Câmara, torcedor do clube, na Fórmula 1› Paquetá elogia atuação sem finalização do Flamengo no gol: 'Inteligente'› Estudiantes e Flamengo apresentaram um futebol de péssima qualidade› Empate foi ótimo, mas Fla deixou a desejar na Argentina› Jardim reclama dos critérios da arbitragem em empate do Flamengo: 'Queremos que apitem bem'› Felipe Massa parabeniza Rafael Câmara por vaga na F1: 'Será um sucesso'› Jardim nega que Fla jogou 'por empate' e diz: 'Não podemos ser românticos'› Léo Pereira critica campo em La Plata, mas considera bom o empate diante do Estudiantes› 'Flamengo teve bom resultado, mas futebol ruim', diz Raisa Simplicio› Veja melhores momentos de Estudiantes 0 x 0 Flamengo, pela semi da Liberta› Sport celebra vaga de Rafa Câmara, torcedor do clube, na Fórmula 1› Paquetá elogia atuação sem finalização do Flamengo no gol: 'Inteligente'› Estudiantes e Flamengo apresentaram um futebol de péssima qualidade› Empate foi ótimo, mas Fla deixou a desejar na Argentina
Últimas

Google usa 200 mil hectares de arroz no Brasil contra mudanças climáticas

CNN Brasil ·
Google usa 200 mil hectares de arroz no Brasil contra mudanças climáticas

O Google vai apoiar um projeto climático em mais de 200 mil hectares de lavouras de arroz no Rio Grande do Sul que combina duas estratégias diferentes: reduzir rapidamente as emissões de metano do cultivo e remover, de forma permanente, dióxido de carbono (CO₂) da atmosfera.

A iniciativa é uma parceria com a Terradot, empresa especializada em remoção de carbono por meio do chamado intemperismo acelerado de rochas ( Enhanced Rock Weathering , ou ERW) e da qual o Google é investidor.

Segundo as empresas, trata-se do maior projeto de ERW já anunciado no mundo e também da primeira iniciativa em escala desse tamanho a combinar redução de um “superpoluente”, como o metano, com remoção durável de CO₂.

Pelo acordo, o Google comprará o equivalente a 1 milhão de toneladas de impacto na redução de metano a curto prazo até 2030 e 1 milhão de toneladas de impacto na remoção de carbono até 2040 , tornando esta a sua maior compra de remoção de carbono até o momento.As duas frentes serão geradas e verificadas separadamente.

Leia Mais Análise: Brasil deve cobrar o preço certo pelo crédito de carbono Mercado de carbono amplia procura por inventários em propriedades rurais Canadense prevê R$ 955 milhões para projeto de terras raras e titânio em MG A diferença entre os dois números é importante.

O primeiro não significa que 1 milhão de toneladas de CO₂ serão retiradas da atmosfera.

Trata-se da redução das emissões de metano, convertida em CO₂ equivalente.

Já a segunda meta corresponde efetivamente à remoção permanente de CO₂ por meio das rochas.

Como o arroz entra no projeto O primeiro passo será mudar a forma como parte das lavouras é irrigada.

A Terradot vai ajudar produtores a adotar o Alternate Wetting and Drying (AWD), ou irrigação de molha e seca alternadas.

Em vez de manter os campos permanentemente alagados, o manejo prevê períodos de drenagem antes de uma nova irrigação.

A mudança reduz as condições que favorecem a formação de metano nos arrozais.

O gás é considerado um dos principais responsáveis pelo aquecimento global no curto prazo e permanece na atmosfera por cerca de uma década, em contraste com o CO₂, que se acumula por séculos.

O projeto também prevê benefícios econômicos para o produtor.

Ler a notícia completa no CNN Brasil ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

Mais de CNN Brasil

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›