Suspeitos de matar cobradores em Icaraíma passam por audiência de custódia e permanecem presos
Os suspeitos de matar quatro cobradores em Icaraíma, no Noroeste do Paraná, passaram por audiência de custódia nesta quarta-feira (19) e permanecem presos em São Paulo.
Antônio Buscariollo, Paulo Ricardo Costa Buscariollo e Carlos Henrique Buscariollo tiveram as prisões temporárias homologadas pelo juiz responsável pela audiência.
Três suspeitos de matar cobradores em Icaraíma permanecem presos em São Paulo.
Foto: Reprodução/PCPR A informação foi confirmada pela defesa da família.
Conforme o advogado Renan Farah, os três devem permanecer inicialmente em unidades prisionais de São Paulo, em Centros de Detenção Provisória (CDPs) da região que tenham vagas e de acordo com as condições pessoais de cada investigado.
Caso a Justiça de Icaraíma solicite, os suspeitos poderão ser transferidos para o Paraná.
Caso Icaraíma: pai e filho são presos após um ano foragidos por morte de cobradores de dívida Suspeitos de Icaraíma continuam presos após audiência de custódia Segundo a defesa, o juiz da audiência de custódia avaliou apenas a regularidade do cumprimento dos mandados de prisão expedidos pela Justiça do Paraná.
A defesa afirma que ele não teria competência para revisar uma decisão tomada por outro magistrado.
Por isso, o advogado pretende apresentar diretamente ao Juízo de Icaraíma os pedidos relacionados às prisões, incluindo a solicitação para revogar a prisão temporária de Carlos Henrique.
A defesa sustenta que existem elementos que, na avaliação dos advogados, indicariam que Carlos Henrique estava em São Paulo no período em que ocorreram os crimes.
Entre os elementos citados estão notas fiscais de compras em Santa Bárbara d’Oeste, registros de prestação de serviço comunitário na cidade e um pedido para obter imagens de câmeras de segurança de um supermercado local.
Vídeos mostram tentativa de fuga e prisão de pai e filho que estavam foragidos por morte de cobradores em Icaraíma Segundo o advogado, essa linha de argumentação já havia sido apresentada à Justiça desde 2025, antes da prisão de Carlos Henrique.
Defesa questiona acesso a imagens Ainda de acordo com a defesa, a Justiça de Icaraíma já havia considerado que imagens de câmeras do Atacadão de Santa Bárbara d’Oeste poderiam contribuir para esclarecer os fatos e solicitado o material.
A defesa também afirma respeitar o trabalho das autoridades, mas sustenta que a situação de cada investigado deve ser analisada individualmente, sem que a gravidade do caso seja automaticamente atribuída a todos os integrantes da família.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.