Escola onde Gustavo Veloso estudava faz ato em memória da criança encontrada morta na casa do pai
CMEI de Palmas reúne pais, alunos e funcionários em homenagem a Gustavo Veloso Familiares, professores, alunos e moradores se reuniram no fim da tarde desta sexta-feira (14) para prestar uma homenagem à memória do menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, encontrado morto no início deste mês, na casa do pai, com sinais de violência.
O ato foi realizado em frente ao Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Irmã Maria Custódia de Jesus, no Jardim Aureny II, na região sul de Palmas, unidade onde a criança estudava.
Gustavo foi encontrado morto no dia 3 de agosto, na casa do pai.
O advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa, de 33 anos, e a madrasta, Kathellen Moreira da Silva, de 23 anos, estão presos preventivamente e são investigados pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura.
Segundo documento ao qual o g1 teve acesso, a morte ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A mobilização teve início por volta das 17h30, horário de término das aulas.
Durante a homenagem, alunos e profissionais da educação usaram roupas brancas, soltaram balões da mesma cor e exibiram cartazes com mensagens de carinho, solidariedade e acolhimento à família da vítima.
A iniciativa foi organizada pela própria equipe da escola com o objetivo de homenagear a criança e conscientizar a sociedade sobre a necessidade de atenção e proteção à infância.
Segundo a Prefeitura de Palmas, a ação também buscou promover um momento de reflexão sobre a importância dos cuidados, da atenção e da proteção às crianças.
A Polícia Civil apura a possibilidade de o crime ser enquadrado como violência vicária.
O termo é usado para definir situações em que a violência contra uma pessoa é utilizada como instrumento para causar sofrimento a outra, como quando um filho é vítima de violência com o objetivo de atingir a mãe. 🔍 A violência vicária passou a ser reconhecida expressamente na legislação brasileira em 9 de abril de 2026, com a sanção da Lei nº 15.383/2026, que alterou a Lei Maria da Penha.
O termo se refere à violência praticada contra pessoas próximas à mulher, como filhos, com o objetivo de causar sofrimento, puni-la ou controlá-la.
LEIA TAMBÉM: Menino Gustavo pode ter sido torturado antes de ser morto, diz delegado Caso Gustavo: mãe teve gravidez marcada por conflitos com pai suspeito de matar criança, diz delegado Caso Gustavo: mãe teve gravidez marcada por conflitos com pai suspeito de matar criança, diz delegado Gustavo era aluno do Cmei Irmã Maria Custódia de Jesus Reprodução/Prefeitura de Palmas O que é violência vicária? O termo é utilizado para descrever situações em que um agressor atinge um filho para provocar sofrimento psicológico permanente à mãe.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.