Justiça proíbe manifestações políticas de Luciano Hang em unidades da Havan
R$ 30 milhões: Havan e Luciano Hang são processados pelo MPT-GO por assédio eleitoral A Justiça do Trabalho de Goiânia emitiu uma decisão nesta quarta-feira (23) proibindo que Luciano Hang, o dono das lojas Havan, faça manifestações políticas nas dependências da loja.
A determinação inclui a não manifestação de conteúdo político-eleitoral em reuniões, treinamentos, vídeos ou em canais institucionais da empresa.
O g1 tentou entrar em contato com a assessoria da Havan para saber qual o posicionamento do empresário, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
Em um posicionamento anterior, Hang havia pontuado que a Justiça "não pode ter lado", nem "prejudicar quem gera empregos no país".
Na nota, ele também alegou que sofre perseguição desde 2018 por se posicionar publicamente (leia a nota completa ao final do texto). ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp A decisão ocorreu no mesmo processo em que o Ministério Público do Trabalho (MPT) pediu R$ 30 milhões por dano moral coletivo, após Hang fazer um discurso para funcionários durante a inauguração de uma unidade da rede em Caldas Novas, na região sul de Goiás, criticando a proposta em debate nas eleições sobre o fim da escala 6x1.
Caso a decisão seja descumprida, foi fixado o pagamento de R$ 50 mil em multa.
Além da proibição, o documento também pede que o empresário faça uma retratação pública em vídeo reconhecendo a ilegalidade da própria conduta.
Hang tem o prazo de cinco dias úteis para se manifestar sobre o pedido.
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O comunicado não havia sido publicado nas redes sociais da empresa até a última atualização desta reportagem.
Entenda o caso Agora no g1 O MPT-GO entrou com uma ação civil pública contra a rede varejista Havan e o empresário Luciano Hang por assédio eleitoral.
A ação é relacionada ao discurso feito por Hang durante a inauguração da filial da rede em Caldas Novas no dia 29 de agosto.
De acordo com o processo, Hang criticou a proposta legislativa de extinção da escala 6x1 e classificou o projeto como "estelionato eleitoral".
O órgão também sustentou que o empresário vinculou o voto dos trabalhadores a riscos de demissões, perda de renda e precarização profissional, o que configuraria coação e interferência indevida na liberdade política dos colaboradores.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.