Cobra é acusada de provocar incêndio em escola dos EUA; professora defende
Uma cobra píton de 2,4 metros foi acusada por bombeiros de causar incêndio no laboratório de ciências de uma escola dos Estados Unidos. A professora responsável contesta a versão e diz que o animal fugiu de seu recinto para se salvar do fogo. As informações são do site WDBJ7, afiliado à rede CBS.
Incêndio aconteceu na madrugada de 13 de agosto na escola Forest Middle School, na Virgínia (EUA) . Por volta de 0h30, o sistema de alarme contra incêndio foi ativado devido a um foco de fogo originado em uma sala de aula no segundo andar do prédio.
Equipe de bombeiros se deparou com uma cobra ao entrar no edifício . "Estávamos puxando a mangueira, subindo as escadas, e foi aí que fomos recebidos por muita fumaça — e pela cobra", disse o bombeiro e socorrista Ryan Owen em entrevista ao WDBJ7.
Autoridades disseram que cobrou causou o incêndio . Segundo o Departamento de Bombeiros e o inspetor de incêndios do condado de Bedford, o fogo foi iniciado pela píton, que teria escapado de seu recinto e derrubado uma lâmpada de aquecimento.
A cobra contribuiu para o início do incêndio. No entanto, não acredito que tenha havido qualquer tipo de intenção maliciosa por parte dela Gabinete do Inspetor de Incêndios ao WDBJ7
Professora contestou versão dos bombeiros . Em longa publicação nas redes sociais , Brittany Jacobs afirmou que as luminárias estavam devidamente fixadas e presas com travas de segurança que impediam quedas acidentais.
Ela disse que a cobra, chamada Nanner, fugiu para permanecer viva . Segundo a professora, a píton escapou de seu terrário em um ato de sobrevivência ao tentar fugir do calor intenso e das chamas geradas por uma falha no aquecedor. Um cágado que também estava na sala não resistiu.
Ela saiu da sala porque estava quente demais lá dentro — quente a ponto de derreter o tanque ao lado do dela e derreter literalmente metade de Bowser, meu cágado do tamanho de uma bola de basquete Brittany Jacobs, professora de ciências biológicas, no Facebook
Docente citou gravações do circuito interno que mostram o fogo visível na sala 20 minutos antes de o réptil aparecer no corredor . Ela ainda apontou marcas de fuligem na cobra que indicam que ela estava presa ao início do fogo.
O rosto de Nanner tinha círculos perfeitos de fuligem que correspondiam exatamente aos furos da tela do seu terrário original, e não aos do recipiente temporário onde os bombeiros a colocaram. Isso demonstra que Nanner estava dentro do seu terrário quando o incêndio começou Brittany Jacobs, professora de ciências biológicas, no Facebook
Direção da escola manteve cronograma previsto, apesar dos estragos . As aulas começaram nesta quarta e as turmas das salas afetadas foram realocadas para outros espaços do prédio.
Precisei levar Nanner e todos os meus outros animais da escola para casa. Fico triste porque muitas crianças agora não terão as oportunidades de aprendizado que tantas outras tiveram ao longo dos meus 18 anos de carreira como professora.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.