quarta-feira, 19 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Rosamaria defende Tifanny após CBV vetar mulheres trans no vôlei

Metrópoles ·
Rosamaria defende Tifanny após CBV vetar mulheres trans no vôlei

Rosamaria, oposta da Seleção Brasileira, saiu em defesa de Tifanny nas redes sociais após a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) vetar a participação de mulheres trans no vôlei nacional .

A entidade alterou a política de elegibilidade para a categoria na sexta-feira (14/8).

A atleta relembrou conversas que teve com Gabi Guimarães, atual segunda melhor do mundo, e pediu avanço na luta pelos direitos de pessoas LGBTQIAPN+.

“É nossa obrigação como sociedade encontrar os meios que garantam esses direitos e tornem o esporte um espaço efetivamente inclusivo.

Certamente, negar o acesso de um atleta profissional ao seu trabalho da noite pro dia vai de encontro a essa responsabilidade coletiva”, escreveu Rosamaria em trecho.

Após a decisão da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) em aderir à política do COI que bane mulheres trans de competições, a Federação Paulista informou que o campeonato estadual da modalidade não irá colocar a restrição em prática.

De acordo com nota divulgada pela entidade, o torneio foi realizado conforme as normas vigentes anteriormente à decisão da CBV.

Com isso, Tifanny , ponteira do Osasco, está liberada para jogar na estreia .

Leia também Esportes Tifanny sobre banimento de mulheres trans da CBV: “Enorme retrocesso” Esportes Após decisão da CBV, federação libera Tifanny para jogar o Paulista Esportes Time de Tifanny, Osasco Vôlei se manifesta após decisão da CBV Confira o texto de Rosamaria na íntegra Coincidentemente, semana passada eu e Gabi tivemos uma conversa bem interessante sobre muitas coisas que vêm acontecendo no nosso meio.

Acho que ela traduziu muito bem nesse texto a ideia que trocamos.

De qual maneira vamos poder garantir que todas as mulheres, cis e trans, tenham os seus direitos respeitados e preservados em qualquer ambiente? Seja ele amoroso, familiar, profissional, esportivo? Não podemos, toda vez que avançarmos uma casa, retroceder outras duas na luta pelos direitos LGBTQIA+.

Permitir que seja levantada a bandeira quando é conveniente e abaixada quando o assunto fica complexo.

É nossa obrigação como sociedade encontrar os meios que garantam esses direitos e tornem o esporte um espaço efetivamente inclusivo.

Certamente, negar o acesso de um atleta profissional ao seu trabalho da noite pro dia vai de encontro a essa responsabilidade coletiva.

Ler a notícia completa no Metrópoles ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

Mais de Metrópoles

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›