Da máquina de calcular ao notebook: como os computadores evoluíram em 50 anos
Imagine precisar de uma sala inteira para acomodar um computador.
Ou depender de uma máquina dedicada para realizar tarefas que hoje cabem em um notebook de pouco mais de 1 kg.
Parece distante da realidade, mas esse foi o cenário de uma época em que a computação ainda dava seus primeiros passos.
Ao longo das últimas cinco décadas, computadores ficaram menores, mais rápidos, mais acessíveis e passaram a ocupar um espaço cada vez maior na vida cotidiana.
Hoje, um único notebook pode ser usado para estudar, trabalhar, participar de videoconferências, editar fotos e vídeos, jogar, consumir conteúdo e executar aplicações com recursos de inteligência artificial.
Essa transformação não aconteceu de uma hora para outra.
Ela acompanha uma história de avanços em processamento, armazenamento, conectividade e mobilidade e a Acer faz parte dela.
Como os computadores mudaram nas últimas cinco décadas A evolução da computação pode ser observada em diferentes momentos.
A cada década, novas tecnologias ajudaram a transformar não apenas o tamanho das máquinas, mas também a maneira como as pessoas interagem com elas.
Década de 1970: computadores ainda distantes do cotidiano Nos anos 1970, os computadores ainda estavam muito associados a empresas, universidades, centros de pesquisa e órgãos governamentais.
Eram máquinas grandes, caras e com capacidade bastante limitada quando comparadas aos equipamentos atuais.
Foi justamente em 1976 que nasceu a empresa que mais tarde se tornaria a Acer.
A então Multitech começou sua trajetória em Taiwan trabalhando com comércio, design e consultoria relacionados à tecnologia de microprocessadores.
Década de 1980: o computador começa a chegar às casas Com a evolução dos microprocessadores e a popularização dos computadores pessoais, a computação começou a sair dos ambientes especializados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.