PT pede que TSE não considere “Exército do Lula” vinculado à campanha
A coligação Brasil pronto pra mais –que apoia a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)– pediu nesta 6ª feira (16.out.2026), ao Tribunal Superior Eleitoral, que o canal “Exército do Lula” deixe de ser considerado como vinculado à campanha do petista.
A solicitação se baseia nos artigos 33-E a 33-G da Resolução nº 23.610/2019 , que fixam critérios para que haja alguma ligação de canais de mensagens a uma campanha.
Leia a íntegra (PDF – 337 kB).
O acréscimo desses artigos à norma foi aprovado nesta 6ª feira (16.out).
O canal “Exército do Lula” foi criado no WhatsApp pelo deputado André Janones (Rede-MG) numa tentativa de fortalecer a candidatura de Lula à reeleição.
Tem mais de 4,8 milhões de seguidores.
Segundo a coligação, o canal: não recebe recursos nem suporte material, humano ou técnico da campanha; não é divulgado em perfis oficiais; e não recebe orientação sobre conteúdo ou metas.
“O canal se encaixa na exceção da própria norma para iniciativa de pessoa natural que manifesta apoio espontâneo, e a menção feita por Lula em vídeo de 7 de outubro também está entre as hipóteses que, isoladamente, não caracterizam vínculo” , declara o PT.
Há menção ainda ao novo artigo 33-F, que exige prova objetivamente verificável.
Os advogados da coligação pedem também que caiam as determinações das decisões que pressupunham um vínculo.
Também solicitam que a ação seja levada ao plenário do TSE.
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