Bocalom prevê concursos e maior atenção à saúde física e mental dos professores do Acre
Valorizar quem está dentro da sala de aula é uma das propostas de Tião Bocalom (Federação PSDB/Cidadania) para a educação do Acre.
O plano de governo para o período de 2027 a 2030 prevê a criação de uma Política Estadual Permanente de Valorização do Magistério, com ações voltadas à contratação de profissionais, melhoria das condições de trabalho e reconhecimento dos servidores da rede estadual de ensino.
Entre as medidas previstas estão a realização de concursos públicos e a reposição de vagas existentes na rede estadual, com o objetivo de garantir equipes completas nas unidades de ensino.
A proposta também prevê a melhoria das condições de trabalho nas escolas e a criação de programas permanentes de atenção à saúde física e mental dos profissionais da educação.
Outro eixo é o reconhecimento dos servidores por desempenho e inovação pedagógica.
A ideia é estabelecer mecanismos que valorizem iniciativas desenvolvidas pelos próprios profissionais e estimulem novas práticas dentro das escolas.
Para Bocalom, a política de valorização precisa ir além da remuneração e envolver estrutura, ferramentas de trabalho e condições para que os profissionais possam desenvolver suas atividades.
“Não adianta a gente cobrar um bom trabalho do professor se não dá as condições para ele trabalhar.
Nós precisamos valorizar o profissional, cuidar da saúde dele, dar estrutura, equipamento e também reconhecer quem está fazendo um trabalho diferente e inovador.
É isso que nós queremos fazer no estado inteiro”, afirma. *Experiência que deu certo* As propostas apresentadas para a rede estadual têm como referência medidas adotadas por Bocalom durante sua gestão à frente da Prefeitura de Rio Branco.
Na capital, a administração municipal sancionou o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos servidores, estabelecendo regras para a carreira e buscando dar maior estabilidade aos profissionais.
Durante a gestão, a rede municipal de educação também teve reforço no quadro de profissionais, com a posse de cerca de 480 servidores, entre professores, mediadores, profissionais de apoio e outras funções da área.
A medida ampliou o número de trabalhadores disponíveis nas unidades de ensino e integrou a estratégia de fortalecimento da estrutura educacional da capital.
Na área de tecnologia, professores efetivos receberam notebooks novos para utilizar como ferramenta de apoio pedagógico.
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