segunda-feira, 17 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Ucrânia revela escassez de interceptadores Patriot como ponto fraco à CNN

CNN Brasil ·
Ucrânia revela escassez de interceptadores Patriot como ponto fraco à CNN

O interceptador Patriot, de fabricação americana, está no centro de uma escassez global de suprimentos, enquanto dezenas de países correm para reforçar seus sistemas de defesa.

É a arma mais cobiçada do mundo, mas permanece parada em um milharal, com seus tubos de lançamento vazios e tendo sido disparada pela última vez há 10 semanas.

É uma das poucas armas capazes de abater mísseis balísticos, seja na região do Golfo, assolada pela guerra com o Irã, ou, especialmente, aqui na Ucrânia, devastada pela onda de ataques quase diários de Moscou, que tornaram julho o mês mais letal para civis desde maio de 2022.

A CNN foi o primeiro veículo de imprensa a ter acesso a um Patriot em território ucraniano, permitindo que autoridades do país revelassem um fato: os estoques de interceptadores estão praticamente esgotados.

A reportagem concordou em não divulgar detalhes sobre o modelo ou sua localização.

Os 16 tubos do sistema, vistos pela CNN , apresentam sinais de uso frequente, mas o engenheiro-chefe na Ucrânia — que, por razões de segurança, informou apenas seu primeiro nome, Dmytro — disse não ter visto um lançador Patriot disparar nas últimas seis semanas.

A Ucrânia tem relutado em especificar exatamente quantos interceptadores ainda possui, se é que restou algum; o presidente Volodymyr Zelensky afirma que o país precisa de 5% do estoque dos EUA para sobreviver ao inverno, mas atualmente conta com apenas 1%.

Leia Mais Rússia ataca siderúrgica na Ucrânia e mata duas pessoas Ucrânia lança centenas de drones em um dos maiores ataques contra a Rússia Ataque de mísseis russos em Kiev provoca incêndio e deixa seis feridos “É uma cena realmente de partir o coração: você tem o equipamento, mas não consegue interceptar nenhum míssil”, disse Dmytro, visivelmente emocionado.

“Mísseis balísticos passam sobre a sua cabeça e você não pode fazer nada a respeito, enquanto, atrás de você, há civis.” A primeira vez que ele ficou sem interceptadores para disparar foi em dezembro de 2025.

“É difícil descrever — são sentimentos intensos e ruins”, disse ele.

“É como aprender a andar, mas não conseguir andar.

Saber respirar, mas não conseguir respirar.” O lançador em si faz parte de um sistema complexo de radares e centros de controle e é operado remotamente; os operadores da unidade ficam longe do lançador no momento do disparo.

Outro membro da equipe, Heorhi, que trabalha no centro de comando, disse que a decisão sobre qual míssil interceptar “vem com a experiência” e cabe ao comandante da unidade.

“É difícil, porque você vê alvos se aproximando em voo que ameaçam a população civil, a infraestrutura crítica, bem como as famílias dos meus companheiros e a minha própria família.” Ele descreveu a sensação de lançar o interceptador como “algo mágico”.

Ler a notícia completa no CNN Brasil ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

Mais de CNN Brasil

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›