Referências ofensivas, Wallace e Lucão revivem virada até ouro olímpico
Dez anos depois, o ouro do vôlei masculino do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio-2016, o terceiro da modalidade entre os homens, ainda carrega a força de uma campanha improvável.
A seleção brasileira entrou na competição pressionada por jogar em casa, oscilou na fase de grupos, chegou perto da eliminação e precisou transformar um jogo contra a França em uma espécie de “oitavas de final” antes de arrancar para o título no Ginásio do Maracanãzinho.
Para relembrar a conquista, o Olimpíada Todo Dia (OTD) conversou com dois personagens centrais daquela trajetória: Wallace, oposto e maior pontuador brasileiro em vários momentos decisivos, e Lucão, central referência no bloqueio, no ataque e na liderança técnica do grupo. + SIGA O OTD NO WHATSAPP , YOUTUBE , TWITTER , INSTAGRAM , TIK TOK E FACEBOOK Os dois revisitaram a trajetória que começou com vitórias sobre México e Canadá, passou por derrotas para Estados Unidos e Itália, teve virada emocionante contra a França e terminou com triunfos sobre Argentina, Rússia e Itália.
O Brasil estava no Grupo A, ao lado de italianos, canadenses, estadunidenses, franceses e mexicanos.
A seleção brasileira se classificou apenas em quarto lugar, com três vitórias e duas derrotas, ficando com a última vaga da chave para as quartas de final.
Dali em diante, porém, o time cresceu no momento mais importante.
Questionado sobre seu auge, Wallace concorda que foi naquele período.
“Entre 2014 e 2018, vou te falar, foi meu auge”.
Já Lucão optou por foco total: “Eu me fechei numa bolha e só pensava no resultado final”.
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Wallace foi o maior pontuador do jogo, com 18 pontos, enquanto Lucão terminou como o terceiro em acertos pelo lado brasileiro, com 13.
Apesar do resultado positivo, o central lembrou que até a estreia teve tensão.
O Brasil perdeu o primeiro set para uma equipe que, em tese, era considerada a mais acessível do grupo.
Para ele, aquele início já mostrava que a trajetória não seria simples.
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