A roupa também faz parte da argumentação
No Direito, vestir-se bem não é uma questão de vaidade.
É uma questão de adequação, credibilidade e postura profissional.
A advocacia está inserida em ambientes tradicionalmente formais: escritórios, fóruns, tribunais, audiências e reuniões com clientes.
Por isso, embora o modo de se vestir tenha se tornado mais flexível ao longo dos anos, a formalidade continua sendo uma característica importante da profissão.
Para os homens, o costume (calça e paletó de alfaiataria) com camisa social é uma escolha segura.
Em situações mais formais, o terno (que inclui o colete no traje) ganha espaço.
E, quando a ocasião pede gravata, uma regra simples ajuda: ela deve ser mais escura que a camisa.
Branco e azul-claro são cores clássicas para camisas.
E um cuidado: formalidade não significa necessariamente vestir-se todo de preto.
O advogado não precisa parecer o John Wick.
Azul marinho é a cor mais versátil, para o dia e para a noite, e cinza chumbo também é uma excelente opção, porque ambas transmitem profissionalismo, além de trazerem mais personalidade à imagem.
Para as advogadas, calça social, vestidos e saias em alfaiataria, de comprimento até dois dedos acima dos joelhos, acompanhados de camisas e blazers formam uma base elegante e profissional.
Decotes profundos, transparências, costas descobertas, alcinhas muito finas e peças excessivamente justas ou curtas podem deslocar a atenção da profissional para a roupa, justamente o que queremos evitar.
Isso não significa que a mulher precise abrir mão de estilo ou feminilidade.
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