Como fé em Nossa Senhora Aparecida ajudou mãe a lidar com convulsões da filha com síndrome rara
Mãe conta como fé em Nossa Senhora controlou síndrome rara da filha O dia de Nossa Senhora Aparecida tem um significado especial para a família de Rosana Almeida.
Isso porque foi nesta data, em 2002, que a filha, Lívia Almeida, teve a última convulsão.
Antes disso, a menina, então com 2 anos, chegou a convulsionar 100 vezes por dia.
"Eu creio na intercessão.
Eu tenho fé e ela move montanhas, e é verdade".
Lívia, atualmente com 26 anos, foi diagnosticada ainda criança com síndrome de West, uma forma rara e grave de encefalopatia epiléptica e do desenvolvimento que afeta bebês.
Ela também tem autismo nível 3 e precisa de apoio em atividades cotidianas. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Mas até descobrir o que, de fato, acontecia com a menina, a família, que é de Juiz de Fora (MG), percorreu um caminho longo, que envolveu fé e esperança.
Foi no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) que a história de Lívia começou a mudar.
Durante as viagens a Ribeirão Preto para o tratamento da filha, Rosana e o marido passavam pela Basílica de Nossa Senhora Aparecida e ela fazia questão de entrar no santuário e deixar pedidos pela recuperação de Lívia.
"Eu falei com o meu marido, 'vamos entrar, vamos entrar lá'.
Eu lembro que eu escrevi meu pedido e botei lá na caixinha.
Pedi que Nossa Senhora pedisse a Jesus que mostrasse aos médicos da Livinha um tratamento para ela".
Na época, Lívia ainda precisava de ajuda para se locomover e Rosana conta que, durante as visitas, imaginava o dia em que a filha conseguiria subir a rampa da basílica andando.
"Toda viagem que a gente fazia para Ribeirão Preto, eu continuava passando por esse caminho e eu entrava lá e cada vez a Livia estava melhor.
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